sábado, 14 de abril de 2012

Santos 100 anos de histórias e glórias




O Santos é o clube que mais marcou gols no mundo (11.792). Não por acaso. A vocação para golear começou cedo. Em 1927, 15 anos após a fundação, o Alvinegro montou um esquadrão autor de 100 gols em apenas 16 jogos no campeonato estadual, uma incrível média de 6,25 por partida

Em cem anos, Santos acostumou-se a 'abastecer' a Seleção Brasileira de craques

Durante sua história centenária, Alvinegro da Vila Belmiro foi fábrica de talentos para servir o país com a Amarelinha


Pelé, Zito e Pepe escreveram as primeiras linhas alvinegras em Copas em 1958, na Suécia. Mesmo aos 17 anos, o garoto Edson Arantes do Nascimento chamou a atenção com o número 10 às costas. Franzino, ele desconcertou adversário com dribles, chapéus e terminou o torneio como artilheiro – marcou seis gols, sendo dois deles no jogo do título diante da Suécia, vitória por 5 a 2.

Na edição seguinte, na Suécia, Gilmar, Mauro, Mengálvio e Coutinho reforçaram o trio no Chile. Pelé não conseguiu terminar atuando por causa de lesão, e Zito manteve o talento santista aceso ao anotar o tento da virada na final sobre a Tchecoslováquia, que terminou 3 a 1.

Depois de um 1966 apagado, a redenção veio no Tri, no México. Com o Capita Carlos Alberto Torres, além de Clodoaldo e Pelé entre os titulares, o Brasil foi campeão com um futebol vistoso de uma das melhores seleções de todos os tempos.

Na Alemanha, Edu e Marinho Peres foram o representantes. Em 2010, na África do Sul, Robinho quebrou um hiato de 36 anos sem santista nos mundiais e marcou dois gols.

Porém, é Pelé o maior artilheiro da Amarelinha, com 95 bolas na rede. Mas Neymar tem só 20 anos e adora quebrar recordes...


Soldados ingleses, palmeirenses e filho de presidente são criadores de hinos cantados com orgulho pelos torcedores santistas ao longo do centenário. As canções embalaram épocas e lembram fases importantes.

Nas primeiras décadas de existência, os santistas adotaram como hino do clube uma paródia de uma canção que soldados ingleses entoavam durante a Primeira Guerra Mundial. Os mais saudosistas colocam a canção como o único hino.

A situação mudou em dezembro de 1955, quando os palmeirenses Mangeri Neto e Mangeri Sobrinho resolveram homenagear o Santos, campeão estadual daquele ano, com uma marchinha para o Carnaval de 56. Assim nasceu o “Leão do Mar”, de famosas estrofes como “Santos, Santos, gol! Agora quem dá bola é o Santos...”.

A dupla alviverde, já falecida, também realizou jingles como “Varre, varre, vassourinha”, da campanha de Jânio Quadros para a presidência do Brasil em 1960, e o “Varig, Varig, Varig”, feita para a extinta companhia aérea.

Em meio ao sucesso do “Leão do Mar”, o Santos ganhou uma música feita por Carlos Henrique Paganeto Roma, filho do ex-presidente Modesto Roma, que contribuiu para que a canção virasse hino. A música que começa com “Sou alvinegro da Vila Belmiro” é de 1957.

No entanto, devido ao sucesso da marchinha “Leão do Mar”, o Peixe não se incomoda em vender a imagem de um clube com dois hinos. Eles sempre ecoam na Vila.

Relembre os "hinos" da história do Santos

Primeira canção da história do Santos. Cantada pelos jogadores em viagens na primeira década do clube

Somos todos brasileiros
E jogamos com ardor
A camisa bicolor
Só veste com amor
Ai só se veste com amor
E se defendo com amor

Todo aquelle que quizer
Ao nosso team pertencer
Pois elle pra victoria
Sempre vai torcer
Pra nos podermos vencer

Jogador do nosso team
Shuta ao goal de qualquer jeito
Seja bola de cabeça
Pé esquerdo ou pé direito
Faz-se goal muito bem feito

Cantemos sempre a victoria
Que não há de ser em vão
Pois em Santos inteiro
O nosso team é o campeão
Ai o nosso team é o campeão
E os vencedores aqui estão

(Estribilho):
Mette a bola
Shuta a goal
Que a victoria é nossa
Palmas, povo.
SANTOS, passa, centra, shuta...goal.


Hino oficioso do Santos que era cantando nos anos 20

O nosso clube foi sempre forte.
Desde o tempo do União.
Duvidamos que alguém suporte
Seu valor de campeão.

Quem quiser ter a certeza
Do valor de preto e branco,
Que vá ver nossa destreza,
Nosso jogo e nosso tranco.

Foi vitória merecida a dos nossos jogadores,
Pois lutando com dênodo, por amor ao pavilhão,
A bandeira estremecida desfraldaram os
vencedores,
Demonstrando desse modo, ser o Santos
campeão.


A marchinha ‘Leão do Mar’

Agora quem dá bola é o Santos

O Santos é o novo...o novo campeã-ão

Glorioso alvinegro praiano
Campeão absoluto desse ano...SANTOS...SANTOS!!!

Santos sempre Santos
Dentro e fora do alçapão
Jogue o que jogar
És o leão do mar
Salve o nosso campeão


Hino oficial do Peixe

Sou alvinegro da Vila Belmiro
O Santos vive no meu coração
É o motivo de todo o meu riso
De minhas lágrimas e emoção

Sua bandeira no mastro é a história
De um passado e um presente só de glórias
Nascer, viver e no Santos morrer
É um orgulho que nem todos podem ter

No Santos pratica-se o esporte
Com dignidade e com fervor
Seja qual for a sua sorte
De vencido ou vencedor

Com técnica e disciplina
Dando o sangue com amor
Pela bandeira que ensina
Lutar com fé e com ardorPrimeira canção da história do
Santos. Cantada pelos jogadores
em viagens na primeira década
Somos todos brasileiros
E jogamos com ardor
A camisa bicolor
Só veste com amor
Ai só se veste com amor
E se defendo com amor

Todo aquelle que quizer
Ao nosso team pertencer
Pois elle pra victoria
Sempre vai torcer
Pra nos podermos vencer

Jogador do nosso team
Shuta ao goal de qualquer jeito
Seja bola de cabeça
Pé esquerdo ou pé direito
Faz-se goal muito bem feito

Cantemos sempre a victoria
Que não há de ser em vão
Pois em Santos inteiro
O nosso team é o campeão
Ai o nosso team é o campeão
E os vencedores aqui estão

(Estribilho):
Mette a bola
Shuta a goal
Que a victoria é nossa
Palmas, povo.
SANTOS, passa, centra, shuta...goal.



Mesmo sem a presença das estrelas do elenco alvinegro, da diretoria e dos veteranos do clube, a torcida santista tratou de fazer a festa no zerar do relógio do centenário, às 14h, na Praia do Gonzaga, em Santos e comemoraram o centenário do Peixe. Contagiados pelo clima festivo, torcedores não pouparam fogos de artifício para celebrar a data tão aguardada.

Entoando os gritos de "Tricampeão" e o hino oficial do clube alvinegro, a torcida é só alegria no 100º aniversário do clube. Diversas bandeiras e decorações alvinegras ditam as cores da festa, que promete agitar a cidade durante todo o dia.

A festividade na praia teve início às 14h, com a bateria da Torcida e Escola de Samba Sangue Jovem dando o ritmo da festa no palco montado na praia do Gonzaga. Logo depois, às 14h45, os fanáticos alvinegros Chitãozinho e Xororó subiram ao palco para embalar a multidão que toma conta da orla da praia.

O torcedor mais atrasado ainda pode comemorar o centenário do Peixe. A festa promete ainda apresentações dos grupos Coisa de Pele; O Bando, com participação de Dudu Golzi (Aliados 13) e Tempero. O encerramento ficará por conta da Bateria Firmeza Total Torcida Jovem.

Festa na Vila Belmiro

Mais cedo, o Santos deu início a celebração do centenário santista, na Vila Belmiro. O evento ficará marcado na história dos santistas: discurso emocionado de Pelé, guerra de bolo de Neymar e companhia, reencontro da velha guarda santista e até cem crianças enfrentando o time do Peixe.






segunda-feira, 12 de março de 2012

Um dia de festa para o futebol brasileiro.

Ricardo Teixeira renuncia à presidência da CBF

Anúncio foi feito na manhã desta segunda-feira por meio de uma carta. Ele também deixou a presidência do COL da Copa-2014


O presidente da CBF, Ricardo Teixeira, renunciou ao cargo. O anúncio foi feito nesta manhã na sede da entidade pelo presidente em exercício, José Maria Marín, durante entrevista coletiva na presença de todos os presidentes de federações estaduais. O anúncio foi feito em uma carta de Teixeira, que estava há 23 anos no cargo.

- Deixo definitivamente a presidência da CBF com a sensação de dever cumprido - diz um trecho da carta.

FIM DE UMA ERA

Ex-presidente da CBF, Ricardo Teixeira havia assumido o cargo no dia 16 de janeiro de 1989 e teve um mandato recheado de vitórias e escândalos.

No campo das vitórias, ele levou o Brasil a conquistar duas Copas do Mundo - 1994 nos Estados Unidos e 2002 no Japão e na Coreia do Sul - e trouxe, em 2007, a Copa de volta ao país, dessa vez em 2014. Também instaurou o sistema por pontos corridos no Campeonato Brasileiro, criou a Copa do Brasil, reconheu títulos brasileiros e trouxe mais credibilidade ao decretar o fim das viradas de mesa.

Mas o mineiro nascido em Carlos Chagas no dia 20 de junho de 1947 ficou mais conhecido pelos escândalos na CBF. Décimo oitavo presidente da entidade, burlou a lei para se reeleger, antecipando o pleito e, anos mais tarde, estendeu o mandato para sete anos.


VIRADAS DE MESA E CONTRATOS DUVIDOSOS

Sua gestão foi marcada por três episódios de virada de mesa: em 1993 o Grêmio, rebaixado no ano anterior, disputou a Série A; em 1997, o Fluminense, rebaixado no ano anterior, jogou a Série A. Em 1999, o Tricolor foi campeão da Série C, mas acabou jogando a Séria A (Copa João Havelange) em 2000. E também por escândalos na arbitragem: em 1997, responsável pelo departamento na CBF, Ivens Mendes foi acusado de montar um esquema de favorecimento a algumas equipes. Em 2005, o juiz Edílson Pereira de Carvalho integrava um esquema de arranjo de resultados para um site de apostas. Partidas do Brasileiro tiveram de ser remarcadas.


Em 1990, com a CBF mal financeiramente, Teixeira assinou contrato com a Pepsi para a disputa da Copa do Mundo da Itália. Na competição, os jogadores esconderam com as mãos o símbolo da empresa na foto oficial da equipe como represália pelo valor da premiação oferecida pelo dirigente. Quatro anos depois, na Copa dos EUA, irritou o técnico Carlos Alberto Parreira ao liberar bebidas alcoolicas no hotel após a vitória sobre a Suécia, na semifinal. Também não pagou US$ 7 mil a um cozinheiro americano que acompanhava a delegação e esqueceu de dar um ingresso para a final ao ex-jogador Júnior, então espião da Seleção. E a viagem de volta para o Brasil ficou conhecida como "Voo da Muamba". Teixeira foi acusado pelo Ministério Público Federal de não ter declarado um sistema de refrigeração de chope para sua casa noturna El Turf, no Rio de Janeiro.

Em 1996, assinou contrato milionário com a empresa de material esportivo Nike. A parceria, porém, foi alvo de uma CPI na Câmara dos Deputados a partir de 1998. O hoje ministro do Esporte Aldo Rebelo comandou a CPI e chegou a escrever um livro com Silvio Torres relatando as investigações sobre os negócios de Teixeira. Em janeiro de 2002, o presidente da CBF obteve liminar na Justiça proibindo a venda do livro. Na CPI, Teixeira contou com depoimentos de Zagallo, João Havelange e de Ronaldo.



ALVO DE CPI

Teixeira também foi alvo da CPI do Futebol, no Senado, a partir de 1998. Em 2000, prestou depoimento e foi acusado de lavagem de dinheiro, sonegação de impostos, evasão de divisas, apropriação indébita. A CPI apontou gasto não declarado de US$ 400 mil na Copa Ouro de 1998, que a CBF pegou seis empréstimos com o Banco Delta a juros altos, que a entidade fez pagamentos de R$ 30 milhões, em três anos, para a agência de viagens SBTR. As tarifas eram altas e as despesas não eram devidamente registradas na CBF.

Em 2001, vendeu a sede da CBF, no Centro do Rio de Janeiro, para se isolar na Barra da Tijuca, na Zona Oeste, passando a pagar um aluguel de R$ 150 mil por um andar num edifício no condomínio Rio Office Park. Em julho de 2003, reportagem do LANCE! mostrou que Teixeira ganhou R$ 7 milhões entre 1995 e 1999, período em que a receita da CBF cresceu graças a patrocínio. Mas, enquanto o dirigente mais do que dobrou seu patrimônio, a entidade acumulou grande prejuízo.


Em 2007, trouxe para o Brasil sua segunda Copa do Mundo, agora em 2014. Também em 2007, sob influência de Teixeira e 12 governadores, a chamada bancada da bola agiu para impedir a instalação da CPMI do Corinthians/MSI. Em janeiro de 2009, usou dinheiro da CBF para comprar um jatinho. Gastou US$ 10 milhões (R$ 23,1 milhões no câmbio da época).

MAIS DENÚNCIAS E INÍCIO DA QUEDA

Em novembro de 2010, o LANCENET! trouxe reportagem mostrando que Ricardo Teixeira ficaria com os lucros da Copa do Mundo de 2014. Dois meses depois, o presidente da CBF mudou o contrato, mas sem especificar o destino dos lucros. No início de 2011, o deputado Anthony Garotinho tentou criar uma CPI para investigar as ações de Teixeira na organização da Copa. O político precisa de 171 assinaturas e chega a 146 em março. Mas, após uma visita do presidente da CBF a Brasília, 42 deputados retiraram suas assinaturas a favor da CPI.

Em maio de 2011, a rede britânica BBC, em reportagem do jornalista Andrew Jennings, afirmou que Ricardo Teixeira e Havelange, receberam US$ 9,5 milhões em propinas da ISL nos aos 90 para garantirem contratos de exclusividade em transmissões e patrocínios da Copa do Mundo. No mesmo mês, Teixeira foi acusado pelo ex-presidente da Associação inglesa de Futebol David Triesman, de ter pedido propina para apoiar a candidatura da Inglaterra para a sede da Copa do Mundo de 2018. A Rússia venceu a disputa.

Em agosto de 2011, reportagem do LANCENET! trouxe a informação de irregularidades no contrato do amistoso da Seleção Brasileira contra Portugal, em Brasília, em novembro de 2008.


LADO POSITIVO DA ERA TEIXEIRA

Títulos da Copa do Mundo
A Seleção voltou a ser campeã mundial em 1994, nos EUA. O feito se repetiria no Japão e Coreia do Sul, em 2002. O Brasil é o único pentacampeão do mundo.

Copa no Brasil
Em 2007, o Brasil ganhou a sede da Copa do Mundo de 2014. A competição mais importante do futebol mundial volta ao país após 64 anos.

Pontos corridos
Suportou a oposição da Globo, dona dos direitos de transmissão do Brasileiro, e, com apoio do Clube dos 13, instaurou os pontos corridos na Série A e, depois, na Série B.

Copa do Brasil
Criada em 1989, a competição deu oportunidade a diversos clubes em todo o Brasil. A partir de 2001, passou a dar vaga ao campeão na Libertadores.

Copa América
Foram dez edições durante a gestão de Teixeira. O Brasil conquistou cinco títulos, os dois últimos sem os principais jogadores e em decisões contra a rival Argentina.

Credibilidade
Depois de três viradas de mesa em sua gestão, Teixeira acabou com isso. Clube grande que hoje é rebaixado tem de obter a vaga na Série A dentro de campo.

Títulos brasileiros
Teixeira reconheceu como títulos brasileiros as conquistas anteriores à 1971, data da primeira edição do Campeonato Brasileiro.

LADO NEGATIVO DA ERA TEIXEIRA

Estatutos
Alterou por diversas vezes o estatuto da CBF para se beneficiar. Aproveitou a Copa de 2014 para tentar ficar até 2015. Não atuou pelo cumprimento do Estatuto do Torcedor.

Violência
Nada foi feito para dar segurança aos torcedores. A violência entre torcidas organizadas afasta o torcedor dos estádios e aumenta o risco de tragédias.

Bebidas alcoolicas
Venda proibida nos estádios em jogos organizados pela CBF. Clubes prejudicados e solução ineficaz para acabar com a violência nos estádios brasileiros.

Calendário
Prometeu adequar o brasileiro ao internacional, o que poderia gerar dinheiro para os clubes, com excursões e pré-temporadas. Ficou na promessa.

Futebol feminino
Só é lembrado em época de Jogos Olímpicos. Campeonatos fracos, sem nenhum investimento em atletas e sua formação em categorias de base.

Escândalos de arbitragem
Em 1997, o diretor de árbitros da CBF, Ivens Mendes, foi acusado de favorecer times. Em 2005, o juiz Edilson Pereira de Carvalho integrou esquema em site de apostas.

Viradas de mesa
Permitiu que o Grêmio, em 1993, e o Fluminense, em 1996, jogasse a Série A. Em 1999, o Tricolor venceu a Série C e foi direto para a Série A (Copa João Havelange).

Pirataria
Passivo diante da venda de produtos falsificados, que afetam ainda mais os cofres dos clubes, todos com uma grande quantidade de dívidas.

Parentes e amigos
Favorecidos em nomeações. A filha. Joana Havelange, está no Comitê Organizador da Copa de 2014. O tio, Marco Antônio Teixeira, foi secretário geral da CBF.

Publicidade
Contratos de patrocínio da entidade ficaram defasados e alguns deles acabaram se tornando alvo de disputas judiciais e investigações em Brasília.

Jogadores fora do Brasil
Teixeira nada fez para evitar o êxodo de jogadores para o exterior, fato que enfraquece as equipes brasileiras bem como o nível do Campeonato Brasileiro.

Clubes
Usou seu poder político e econômico em favor próprio e da Seleção. Clubes grandes seguem cada vez mais endividados e os pequenos sobrevivem à duras penas.

Doações a políticos
Nas eleições de 1998 e 2002, doou mais de R$ 1,6 milhão para a campanha dos integrantes da chamada “Bancada da Bola”, que tantou o ajudou diversas vezes.

Estádios precários
Precisou da confirmação da Copa do Mundo no Brasil para dedicar atenção e dar início à melhora dos palcos do futebol por todo o país.



quinta-feira, 8 de março de 2012

Qual foi o gol mais bonito da dupla Neymar e Messi nesta quarta?

No Camp Nou, Messi fez cinco na goleada do Barcelona por 7 a 1 sobre o Bayer Leverkusen, pela Liga dos Campeões. Poucas horas depois, na Vila Belmiro, Neymar fez os três da vitória do Santos por 3 a 1 sobre o Internacional na Libertadores.