segunda-feira, 10 de setembro de 2018

Who was the best player of all time? quién fue el mejor jugador de todos los tiempos? Pelé

Who was the best player of all time? quién fue el mejor jugador de todos los tiempos? Quem foi o melhor jogador de todos os tempos? Argentine players answer this question. los jugadores argentinos responden a esa pregunta. Os jogadores argentinos respondem a essa pergunta. There can be only one.






sábado, 8 de setembro de 2018

Os 11 melhores volantes do futebol brasileiro



OS 11 MELHORES VOLANTES DO FUTEBOL BRASILEIRO


FALCÃO

558 JOGOS NA CARREIRA - 105 GOLS MARCADOS EM CLUBES
32 JOGOS PELA SELEÇÃO BRASILEIRA - 7 GOLS MARCADOS

Nome completoPaulo Roberto Falcão
Data de nasc.16 de outubro de 1953 (64 anos)
Local de nasc.Abelardo Luz (SC), Brasil
Nacionalidadebrasileiro
Altura1,83 m
ApelidoRei de Roma
Informações profissionais

Posição(ex-Meio campo)

Clubes profissionais
AnosClubesJogos (golos)
1973–1980
1980–1985
1985–1986
Internacional
Roma
São Paulo
392 (75)
107 (22)
25 (8)
Seleção nacional
1972
1976–1986
Brasil Sub-23
Brasil
12 (2)
34 (7)

É tido como um dos melhores volantes que o Brasil já produziu; agregava técnica no drible, controle de bola e finalização.Notabilizou-se como o líder da vitoriosa trajetória do Internacional na década de 70, com três conquistas do Campeonato Brasileiro, sendo um deles de forma invicta.
Estreou como jogador profissional no Internacional na década de 1970. Jogava no meio de campo. Tecnicamente, era um meia-direita, mas jogava avançado e, rapidamente, destacou se pela grande quantidade de gols que marcava, comandando o Internacional na campanha em que o clube gaúcho conquistou os Campeonato Brasileiros de 19751976 e 1979, além de ter ganho cinco estaduais (1973, 1974, 1975, 1976 e 1978). Jogador de técnica brilhante e de estilo clássico e elegante, é considerado até hoje um dos maiores ídolos da história do clube.
Estreou na Seleção Brasileira no dia 21 de fevereiro de 1976, em um jogo entre o Brasil e um combinado dos times de Brasília. Em um ano avassalador, quando ganhou a Bola de Ouro, dada ao melhor jogador do Brasileirão daquele ano, era quase certo que seria convocado para jogar na Copa do Mundo de 1978, na Argentina, principalmente por fazer parte de listas antigas. Em uma das convocações, Falcão se apresentou dois dias atrasado por problemas médicos e, após o jogo contra a Colômbia, Falcão relatou que teria acontecido uma discussão pesada, o que acarretou na sua exclusão da seleção do treinador Cláudio Coutinho,[2] que preferiu levar Chicão, do São Paulo.
No início da década de 1980 transferiu-se para a AS Roma, na Itália. Ajudou o time a conquistar o scudetto fato que não ocorria desde 1942; também comandou o time, ocasião em que ganhou a alcunha de "Rei de Roma" (e, na própria Itália, de Divino ou "o oitavo rei de Roma"[3]) foi comprado pela soma de um milhão e meio de dólares, em 10 de agosto, e permaneceu no clube até 1985. Apesar do excelente retrospecto nas equipes brasileiras, o jogador era quase desconhecido na Europa (nos últimos meses haviam sido anunciados para a Roma nomes de jogadores brasileiros muito mais conhecidos até então, como Zico ou Rivelino). Estreou com a camisa de Roma num amistoso contra o seu antigo time, disputado em 29 de agosto do mesmo ano, em que a Roma e o Internacional empataram em dois gols. Estreou no campeonato italiano em 19 de setembro, em jogo que a Roma venceu o Como por 1 a 0. Disputou um total de 107 jogos, e marcou 22 gols. Os motivos para abandonar a equipe giallorossa foram atribuídos a divergências com o então presidente, Dino Viola. Deve-se salientar, no entanto, que a sua remuneração foi a mais alta paga até então para um jogador de futebol em Itália: mais de mil milhões de liras por ano.
Em 1982 fez parte, ao lado de Zico, SócratesJúnior e Toninho Cerezo, sob o comando de Telê Santana, da talentosa seleção brasileira que perdeu para a Itália na Copa de 1982, em célebre partida válida pelas quartas-de-final disputada no Estádio de Sarrià, em BarcelonaEspanha.
Falcão foi contratado pelo São Paulo onde encerrou sua carreira como jogador. Como jogador pelo São Paulo Futebol Clube em 1986 conquistou o título paulista.

Títulos

Como jogador

Internacional
Roma
São Paulo
Seleção Brasileira


Um livro sobre Falcão já foi lançado. Histórias da Bola, traz depoimentos do ex-futebolista ao jornalista Nilson Souza. Ele conta episódios de sua vida como jogador de futebol. A primeira edição foi lançada em 1996.

*Está na seleção de todos os tempos do Internacional RS da revista placar nas três edições 82/94 e 2007.

Prêmios

Como jogador















ZITO

773 JOGOS NA CARREIRA - 57 GOLS MARCADOS
45 JOGOS PELA SELEÇÃO BRASILEIRA - 3 GOLS MARCADOS


Nome completo José Ely de Miranda
Data de nasc. 8 de agosto de 1932
Local de nasc. Roseira, Brasil
Nacionalidade brasileiro
Falecido em 14 de junho de 2015 (82 anos)
Local da morte Santos, Brasil
Apelido Zito, Gerente
Informações profissionais
Posição Volante
Clubes profissionais
Anos Clubes Jogos e gol(o)s
1948–1951
1952–1967 Taubaté
Santos
 727  (57)
Seleção nacional
1955–1966 Brasil Brasil 46 (3)


Iniciou a carreira pelo Esporte Clube Taubaté atuando na posição de volante. Em 1952 foi contratado pelo Santos onde jogou até sua aposentadoria.
Apelidado de "Gerente"[2], era o líder do time dentro de campo, inclusive recebendo do técnico Lula o aval para comandar os atletas em campo da maneira que achasse melhor.Tornaram-se célebres seus gritos incentivando os jogadores a continuar marcando gols, mesmo com as partidas já decididas. Atuou no time por quinze anos, entre 1952 e 1967, tendo jogado 733 partidas e marcado 57 gols.
Pela seleção brasileira jogou a partir de 1956, tendo ajudado nas conquistas das Copas do Mundo de 1958 e 1962. Em 1958 era inicialmente reserva, porém foi escalado para a partida contra a Seleção Soviética, permanecendo como titular a partir de então.[4] Na Copa de 1962 marcou um dos gols na partida final contra a Tchecoslováquia.

Títulos


*Está na seleção de todos os tempos do Santos F.C na revista placar nas três edições 82/94/2007.










FAUSTO



Nome completoFausto dos Santos
Data de nasc.28 de janeiro de 1905
Local de nasc.Codó (MA), Brasil
Nacionalidadebrasileiro
Falecido em28 de março de 1939 (34 anos)
Local da morteSantos Dumont (MG), Brasil
Altura1,86m
ApelidoMaravilha Negra
Informações profissionais
PosiçãoVolante
Clubes profissionais
AnosClubesJogos e gol(o)s
1926–1928
1928–1931
1931–1932
1933
1934
1934–1935
1936–1938
Bangu
Vasco da Gama
Barcelona
Young Fellows
Nacional
Vasco da Gama
Flamengo
64 (4)
(0)
(0)
(0)
(0)
(0)
80 (1)
Seleção nacional
1930Brasil(0)
Fausto era um volante de muita disposição, grande técnica, habilidade e chute razoavelmente forte, que liderava o meio de campo de sua equipe com muita elegância e tinha precisão no toque de bola.
Considerado o melhor jogador de sua posição nas décadas de 1920 e 1930. Por isso na copa de 1930, o jogador despertou a cobiça de vários clubes do exterior. No mundial do Uruguai, em 1930 recebeu a alcunha de "Maravilha Negra" pela crônica esportiva uruguaia devido a sua atuação na copa de 1930.
Iniciou sua carreira defendendo o Bangu em 1926, no inicio de 1929 chega ao Vasco, clube ao qual retornaria em 1934. Durante uma excursão do Vasco à Espanha ele e o goleiro Jaguaré Bezerra de Vasconcelos impressionaram tanto pelo futebol apresentado que o Barcelona o contratou-lhes imediatamente em 1931. Após um ano na Espanha transferiu-se para atuar pelo Young Fellows, da Suíça, em 1934 chega para defender o Nacional, do Uruguai e em 1935 retornou ao Vasco. Morreu precocemente em razão da tuberculose aos 34 anos.

* Está na seleta lista do famoso livro " Os gigantes do futebol brasileiro" de João Máximo e Marcos de Castro

Títulos

Botafogo

Premiações




DANILO ALVIM
27 JOGOS PELA SELEÇÃO BRASILEIRA E 2 GOLS MARCADOS.

Nome completoDanilo Faria Alvim
Data de nasc.3 de dezembro de 1920
Local de nasc.Rio de Janeiro (RJ), Brasil
Nacionalidadebrasileiro
Falecido em16 de maio de 1996 (75 anos)
Local da morteRio de Janeiro (RJ), Brasil
ApelidoO Príncipe
Informações profissionais
Período em atividadeComo Jogador: 1939–1956 (17 anos)
Como Treinador: 1956–1981 (25 anos)
Posiçãoex-Treinador e volante
Clubes de juventude
America
Clubes profissionais
AnosClubesJogos (golos)
1939–1942
1943
1944–1945
1946–1954
1954
1955–1956
1956
America FC (RJ)
Canto do Rio FC
America FC (RJ)
Vasco da Gama
Fonseca AC
Botafogo
Uberaba



305 (11)


2 (0)
Seleção nacional
1945–1953Brasil27 (2)
Era chamado carinhosamente de Príncipe pelo seu estilo refinado de jogo.

Carreira

Jogou nas equipes do AmericaCanto do RioBotafogo e no Vasco da Gama. Foi um dos principais jogadores do Expresso da Vitória, lendário time do Vasco que ganhou diversos títulos entre as décadas de 40 e 50.
Foi títular da seleção brasileira que participou da Copa do Mundo de 1950, realizada no Brasil.

Títulos[editar | editar código-fonte]

Como jogador[editar | editar código-fonte]

Vasco da Gama
Fonseca
  • Campeonato Niteroiense de Profissionais: 1954
Seleção Brasileira

*Está na seleção de todos os tempos do Vasco da gama nas três edições da revista Placar 82/94 e 2007.







BAUER

29 JOGOS PELA SELEÇÃO BRASILEIRA.

Nome completoJosé Carlos Bauer
Data de nasc.21 de novembro de 1925
Local de nasc.São Paulo Brasil
Falecido em4 de fevereiro de 2007 (81 anos)
Local da morteSão Paulo,  Brasil
ApelidoO Monstro do Maracanã
Informações profissionais
PosiçãoTreinador
(ex-Volante)
Clubes de juventude
1938-1945Brasil São Paulo
Clubes profissionais
AnosClubesJogos (golos)
1945-1956
1956
1956
1958
Brasil São Paulo
Brasil Botafogo
Brasil Portuguesa
Brasil São Bento
419 (16)

Seleção nacional
1949-1955Brasil Brasil29 (0)

Por conta das suas atuações na Copa do Mundo de 1950 foi apelidado de "O Monstro do Maracanã". É considerado um dos maiores jogadores da história do São Paulo.

Bauer, filho de um suíço e uma brasileira, começou no infantil do São Paulo, conquistando seu primeiro título em 1942, como juvenil. Um ano depois, entre os profissionais, conquistou dois bicampeonatos paulistas (de 1945 e 1946 e de 1948 e 1949), além do campeonato de 1953, ano que marcou sua despedida do clube. Jogou 419 partidas e marcou 16 gols.
Quando chegou ao São Paulo, formou a linha média com Zarzur e Noronha. Depois, com Rui e Noronha. Estas duas linhas-médias são inesquecíveis para todos os são-paulinos que as viram jogar. Bauer foi um jogador que tinha muita habilidade com a bola e, por isso, atuava como volante. Embora forte fisicamente, praticava um futebol clássico e elegante.
Ainda em 1954, transferiu-se para o Botafogo, do Rio de Janeiro. Já em final de carreira, passou pela Portuguesa, em 1955, e pelo São Bento, de Sorocaba, onde encerrou a carreira. Depois, treinaria o Club Deportivo Guadalajara, do México, e o Millonarios, da Colômbia, além das divisões de base do Clube Atlético Indiano de São Paulo.
Em 1960, Bauer estava na cidade moçambicana de Lourenço Marques, onde presenciou Eusébio jogar.
Impressionado, indicou-o ao São Paulo, de acordo com as memórias do futuro Pantera Negra, mas o Tricolor desdenhou do investimento. Bauer então falou com seu ex-técnico no São Paulo, o húngaro Béla Guttmann, sobre o jovem. No mesmo ano, Guttmann o traria para o clube que estava treinando na época, o Benfica, onde Eusébio faria história.

Seleção

Na Copa do Mundo de 1950, era o mais jovem jogador do grupo da seleção brasileira[3]. Por suas atuações naquele mundial ganhou o apelido de "O Monstro do Maracanã". Apesar da derrota e da grande decepção causada pela perda do título, Bauer foi poupado das críticas pela derrota na final. Foi o único jogador da seleção de 1950 convocado para a mundial de 1954 onde atuou como capitão. [4]
Pela Seleção, disputou 29 jogos e foi campeão sul-americano em 1949.

Títulos

São Paulo
Seleção brasileira


*Está na seleção de todos os tempos do São Paulo F.C. da revista placar nas edições de 1982 e 1994.







CLODOALDO
561 JOGOS NA CARREIRA E 13 GOLS MARCADOS
51 JOGOS PELA SELEÇÃO BRASILEIRA E 3 GOLS MARCADOS

Nome completoClodoaldo Tavares Santana
Data de nasc.25 de setembro de 1949 (68 anos)
Local de nasc.Itabaiana (SE), Brasil
Altura1,74 m
Destro
Informações profissionais
Clube atualAposentado
PosiçãoVolante
Clubes profissionais
AnosClubesJogos e gol(o)s
1965–1979
1980
1981
Brasil Santos
Estados Unidos Tampa Bay Rowdies
Brasil Nacional-AM
510 (13)
Seleção nacional
1966–1974Brasil Brasil51 (3)

Clodoaldo jogou ao lado de muitos dos seus ídolos de infânciaSantista desde criança[carece de fontes], ele iniciou sua trajetória na Vila Belmiro com treze anos, quando começou a atuar nas categorias de base do clube.
Clodoaldo é considerado por muitos como um volante habilidoso, que marcava bem nos dois lados do campo e era eficiente no apoio ao ataque. Jogou a maior parte da sua carreira no Santos, onde marcou treze gols em 510 partidas.
Seus primeiros jogos no time principal do Santos, em 1966, foram durante uma excursão pela América do Sul. Já em 1967, com apenas dezessete anos, tornou-se titular do time ao substituir Zito.
Nos catorze anos em que atuou equipe santista, Clodoaldo ajudou o Santos a conquistar cinco Campeonatos Paulistas: (Campeonato Paulista de 1967196819691973 e 1978), o Campeonato Brasileiro de 1968, a Supercopa Sulamericana dos Campeões Intercontinentais de 1968 e a Recopa dos Campeões Intercontinentais de 1968.
Convocado para a Copa do Mundo de 1970, foi titular e campeão, marcando um gol no Uruguai. Na edição seguinte, em 1974, acabou cortado antes da lista final de inscritos por contusão, e o atacante Mirandinha o substituiu.[1]
Praticamente finalizou sua carreira aos 29 anos, logo após uma cirurgia realizada em seu joelho esquerdo. Depois que parou de jogar, Clodoaldo manteve sua relação com o Santos ocupando cargos como diretor, vice-presidente e gerente de futebol.

TÍTULOS:
SANTOS f.c

SELEÇÃO BRASILEIRA

  • CAMPEÃO COPA DE 1970.
  • CAMPEÃO COPA ROCA 1971.


*Está na seleção de todos os tempos do Santos F.C. da revista Placar nas edições de 94 e 2007






PIAZZA

615 JOGOS NA CARREIRA E 40 GOLS MARCADOS
52 JOGOS PELA SELEÇÃO BRASILEIRA E 36 GOLS MARCADOS

Nome completoWilson da Silva Piazza
Data de nasc.25 de fevereiro de 1943 (75 anos)
Local de nasc.Ribeirão das Neves (Minas Gerais),  Brasil
Altura1,75 m
Canhoto
ApelidoJacaréCapitão
Informações profissionais
Número5
Posiçãovolante
Clubes profissionais
AnosClubesJogos e gol(o)s
1962-1963
1963-1978
Brasil Renascença
Brasil Cruzeiro
??? (??)
566 (40)
Seleção nacional
1967-1977Brasil Brasil59 (36)

Quando garoto, em Ribeirão das Neves, tinha simpatia pelo Villa Nova, de Nova Lima, mas foi no Cruzeiro que viveu os mais áureos anos de sua carreira.
Começou a dar os primeiros chutes no Renascença no início dos anos 60, clube de futebol amador de Belo Horizonte (que também revelou também Procópio Cardoso Neto e Hilton Oliveira), onde conquistou um campeonato local, em 1962. Em função da contusão do atleta Hilton Chaves, o jovem teve a sua oportunidade no Cruzeiro, sendo contratado junto ao Renascença em 1963, aos 20 anos de idade. E não a desperdiçou. Líder nato que era, Piazza recebeu, três anos depois, as bênçãos e a braçadeira de capitão de Carmine Furletti, o então vice-presidente do clube celeste. Foi o maior capitão da história do Cruzeiro: liderou o grupo estrelado por 10 anos consecutivos, de 1966 a 1976.
Piazza era conhecido por sair de campo com a camisa ensopada, pois sempre estava em todas as jogadas ofensivas do adversário, pronto a roubar a bola e a servir Tostão e Dirceu Lopes. Ele conta que ficava incomodado quando saia de campo após atuar improvisado na defesa, pois por ali não molhava a camisa toda, só a parte frontal - a posição de zagueiro não lhe permitia correr atrás da bola, mas apenas tomar conta de um pedaço restrito do campo. Ao lado de NatalTostãoDirceu LopesRaul Plassmann e todo o famoso esquadrão celeste dos anos 60-70, Piazza fez parte do imbatível Cruzeiro campeão da Taça Brasil de 1966, pentacampeão mineiro entre 1965-1969 e campeão da Taça Libertadores de 1976 contra o argentino River Plate.
Piazza era soberano na sua posição de volante: desarmava com facilidade e era um implacável e leal marcador - que o diria Pelé. Nos confrontos entre Cruzeiro e Santos FC, o camisa 5 era tranquilo e infalível - e letal.
Uma das maiores partidas de Piazza com a camisa azul, se não a maior, foi o jogo contra o Santos em 1966. O time celeste, formado por garotos, enfrentava o poderoso Santos de Pelé e já vencia por 1 a 0. De repente, um lance mágico na partida: Pelé recuou até o meio-campo pedindo a bola, recebeu e, ao sentir o marcador se aproximar, girou o corpo em um drible que o marcou na carreira, por geralmente deixar seus marcadores humilhados. Pelé, todavia, mal conseguiu ver o eficiente capitão Piazza, que passou sem praticamente tocá-lo, levando consigo a bola e puxando o contra-ataque. O maior jogador de todos os tempos ficou parado, observando o volante azul se distanciar, sem ao menos esboçar alguma reação, tal era a surpresa de encontrar um marcador tão limpo, que jogava com tamanha categoria e eficiência e que ainda desarmava magnificamente. Piazza avançou com a redonda e saiu jogando para Dirceu Lopes, que comandou, junto com Tostão, o show do Cruzeiro.
Como começou a carreira no ataque, Piazza tinha facilidade nas finalizações: marcou 40 gols com a camisa celeste. Isto sem contar seu espírito de liderança e organização, que lhe valeram três convocações para a Seleção Brasileira, entre elas, a inesquecível seleção de 1970, na conquista do tricampeonato mundial. Polivalente que era, Piazza jogou como um quarto zagueiro e, ao lado de Brito, não fez feio com a camisa canarinha. Levantou a taça do Tricampeonato.

*Está na seleção de todos dos tempos do Cruzeiro da revista placar nas três edições 1982/1994 e 2007.

Títulos

Seleção Brasileira
Cruzeiro

Prêmios















TONINHO CEREZO

778 JOGOS NA CARREIRA E 90 GOLS MARCADOS
58 JOGOS PELA SELEÇÃO BRASILEIRA E 5 GOLS MARCADOS

Data de nasc.21 de abril de 1955 (63 anos)
Local de nasc.Belo Horizonte (MG), Brasil
Nacionalidadebrasileiro
Altura1,83m
ApelidoO Patrão da Bola
Informações profissionais
PosiçãoTreinador (ex-meia)
Clubes profissionais
AnosClubesJogos (golos)
1972–1983
1973–1974
1983–1986
1986–1992
1992–1993
1994
1995
1995
1996–1997
Atlético Mineiro
→ Nacional (emp.)
Roma
Sampdoria
São Paulo
Cruzeiro
Lousano Paulista
São Paulo
Atlético Mineiro
400 (53)
(0)
70 (13)
145 (14)
72 (7)
10 (3)
(0)
(0)
(0)
Seleção nacional
1977–1985Brasil73 (5)

Como jogador

Craque de estilo clássico, começou nas categorias de base do Atlético Mineiro, com passagem, por empréstimo, pelo Nacional de Manaus, em 1974. Já em 1975 alcançou a titularidade no clube, substituindo o grande Wanderley Paiva, até então titular absoluto. Naquele mesmo ano foi convocado, pela primeira vez para a Seleção Brasileira. Nos 10 anos maravilhosos que passou no Clube Atlético Mineiro, se tornou ídolo e um dos jogadores mais tranquilos dos anos 70 no clube.
Em 1983, foi vendido para a AS Roma por 10 milhões de dólares, maior negociação do futebol brasileiro até então, igualada a de Zico para a Udinese. Lá foi campeão da Copa da Itália, ao lado do compatriota Falcão. Em 1986, foi para a Sampdoria. No elenco genovês destacou-se no título da Recopa Europeia, no vice-campeonato da Champions League, no tricampeonato da Copa da Itália e na conquista inédita do Campeonato Italiano. A torcida da Samp ainda se lembra da última partida daquele campeonato, quando, no fim do jogo, ouviu-se nos alto-falantes do estádio uma música feita especialmente para ele. Cerezo era o maestro de um time em que jogavam astros como PagliucaManciniVialliDossenaVierchowood e Lombardo, treinados pelo lendário soviético Konstantin Boskov. Tim Vickery, da BBC, lembra que, naquela época, assistia aos jogos do "Calcio" especialmente para ver Toninho Cerezo jogar. O analista inglês destaca a visão de jogo de Cerezo e lembra que na final da Champions de 1992, apesar de já contar com 37 anos, o Barcelona escalou seu melhor jogador, Bakero, para passar o jogo a marcá-lo.[1].
De volta ao Brasil, assinou com o São Paulo em 1992. Logo de cara, participou da conquista do Mundial Interclubes, quando a equipe superou o Barcelona (ESP), em Tóquio. No ano seguinte, comandou a equipe no bi da Libertadores e do Mundial. Na final de 1993, no Japão, contra o Milan, foi considerado o melhor em campo. Porém Cerezo teve atritos com o técnico Telê Santana e foi dispensado pelo clube em 1994.
Atleticano declarado, Cerezo brigou com a torcida do Galo em 1994 por ter ido jogar no Cruzeiro. Ele faria as pazes com os torcedores atleticanos em 1997, quando voltou ao Atlético. Ainda teve uma breve passagem pelo América Mineiro, mas voltou ao Galo para encerrar a carreira, tendo seu último jogo ocorrido na partida contra o Milan, na disputa da Copa Centenário de Belo Horizonte, em 1997 (o jogo ficou empatado em 2 a 2). Pelo Galo, fez 451 jogos e marcou 77 gols. Após a aposentadoria, tornou-se supervisor do Atlético-MG e em seguida treinou a equipe por três meses. Foi para o Vitória comandar um elenco sem estrelas e levou o time às semifinais do Brasileiro de 1999. Em seguida, foi trabalhar como treinador no Japão, onde conseguiu um certo prestígio comandando o Kashima Antlers.
Entre outros prêmios, Cerezo venceu quatro vezes a Bola de Prata, sendo duas vezes Bola de Ouro, como melhor jogador do Campeonato Brasileiro. Levou, ainda, nove vezes o troféu Guará. Em 1981, foi escolhido o melhor jogador do Mundialito, disputado no Uruguai. Já em 1993, foi o melhor jogador da Copa Intercontinental.
Conhecido pelo espírito de liderança, era chamado o "Patrão da Bola". No Atlético, também ficou conhecido como o "Capitão da Paz". Dois fatos contribuíram para esse apelido. O primeiro ocorreu quando, em 1977, o goleiro Ortiz foi impedido de treinar e teve seus salários cortados após a derrota para o Cruzeiro na final do Campeonato Mineiro daquele ano, na qual o arqueiro fora colocado sob suspeita de ter se "vendido" ao time rival. Foi Cerezo quem conseguiu uma licença para que Ortiz voltasse aos treinos, ainda que em separado, e comandou uma coleta de dinheiro para que o jogador pudesse se alimentar e quitar seu aluguel. O segundo episódio aconteceu quando o jogador Nei Dias ameaçou o técnico Procópio de morte. Também dessa feita, o jogador só voltou ao time por influência de Cerezo. Mas, em algumas ocasiões o jogador foi obrigado a se impôr. A principal delas foi na Roma quando, ao fim da temporada de 1986, na qual, inclusive, levou o time ao título da Copa da Itália, o jogador, findo o derradeiro jogo, já no vestiário, tirou a camisa e a entregou ao presidente do clube, que vinha lhe pressionando, dizendo que ali não mais jogaria.

Seleção Brasileira

A ascensão de Toninho Cerezo coincide com a formação do esquadrão atleticano nos anos 70, que sucedeu à geração de Dario e Cia., campeã brasileira em 1971. Lançado por Telê Santana, Cerezo logo chegou à seleção convocado por Osvaldo Brandão, grande admirador de seu futebol, mas que não se aguentaria no comando da seleção até o certame mundial. Em 1977Cláudio Coutinho, um militar com formação em educação física, preparador físico de Zagallo nas copas de 1970 e 1974, foi indicado para treinar a seleção do Brasil.
Ainda assim, Cerezo, pelas atuações em campo, se transformou em jogador de confiança da seleção e foi convocado para a disputa do Mundial na Argentina em 1978. Na Copa, a atuação do jogador foi apenas razoável, em uma equipe que se destacou pela 'mediocridade eficiente'. Não à toa, na seleção de Coutinho, Toninho Cerezo ficava mais preso em campo. Naquela época o jogador foi, por vezes, substituído por jogadores como Batista e Chicão, mais marcadores.
O treinador entendia que, no "futebol moderno", os jogadores deveriam ser "polivalentes", a ocupar vários lugares no campo. Ocorre que a "polivalência" sugerida pelo técnico era mais facilmente aplicável a jogadores com menos recursos técnicos e mais obediência tática. Para ele, os laterais (alas) deveriam não apenas marcar mas terem uma função estratégica nas pontas, ao realizar o "overlapping" e aparecer na frente, em vez de dar assistências para o atacante pivô.
Em 1979, ainda com Coutinho no comando da seleção, Cerezo vive momentos difíceis para se enquadrar no modelo implantado. Era convocado, mas, já no primeiro jogo daquele ano, ficou no banco de Paulo César Carpeggiani, comandado de Coutinho no Flamengo. No jogo seguinte, entrou jogando e foi substituído por Guina, meia do Vasco da Gama.
Em 1980Telê Santana assumiu a Seleção Brasileira. Com Telê, que o lançara no Atlético Mineiro, Toninho Cerezo voltou a brilhar e compôs um escrete com craques como Sócrates, Zico, Luizinho, Júnior, Paulo Isidoro, Reinaldo, Oscar, Edevaldo, Valdir Peres e Éder, que marcou época no futebol mundial. Embora houvesse nessa equipe uma indefinição crônica quanto ao atacante central e uma deficiência na baliza, o futebol por si praticado era vistoso e vitorioso. Momento alto de Cerezo nessa época foi o Mundialito, em 1981, no qual foi o maestro da vitória por 4 a 1 sobre os alemães, onde levou o troféu de melhor jogador do certame. Ainda nesse ano, teve participação destacada no time que se classifica para a Copa de 1982 e cumpriu excelente excursão europeia, vencendo FrançaInglaterra e Alemanha, com Cerezo, de novo, a marcar um gol decisivo.
Na Copa, não pôde atuar contra a URSS por estar suspenso. Após os primeiros e brilhantes resultados, veio a improvável eliminação do Brasil para uma Itália tecnicamente frágil mas taticamente disciplinada, por 3 a 2. Cerezo foi massacrado pela imprensa brasileira - sobretudo a carioca - pelo passe errado que originou o segundo gol italiano. A história registra, todavia, que ele formou, ao lado de FalcãoSócrates e Zico um dos melhores meios de campo da história do futebol mundial.
Após comandos de Carlos Alberto Parreira e Evaristo de Macedo, com Cerezo sendo deixado de lado nas convocações, Telê Santana retornou ao comando da equipe. Desconhecendo a realidade do futebol brasileiro de então, convocou uma Seleção com jogadores testados e aprovados em outras competições com ele, incluindo Cerezo.
Nesse contexto e, já na Sampdoria, Cerezo é convocado mas não chega a jogar, contundido. A pressão é grande e Telê prefere não apostar na recuperação do craque. Curiosamente, leva Zico na mesma situação e a atuação do 'galinho' compromete o resultado da partida em que o escrete brasileiro é desclassificado, nos pênaltis, pela França. A partir de 1987, Cerezo não foi mais convocado. Naquele ano, Carlos Alberto Silva, novo treinador, tentaria uma reforma ampla, que passava pela aposentadoria da geração de 1982, perspectiva que durou pouco.

*Está na seleção de todos os tempos do Atlético Mineiro da revista placar nas três edições de 1982/1994 e 2007. É sem dúvida o melhor volante da história do clube mineiro.

Títulos

Como jogador

Nacional
Atlético Mineiro
Cruzeiro
Roma
Sampdoria
São Paulo

















DINO SANI

544 JOGOS NA CARREIRA E 163 GOLS MARCADOS
15 JOGOS PELA SELEÇÃO BRASILEIRA E 1 GOL MARCADO

Nome completoDino Sani
Data de nasc.23 de maio de 1932 (86 anos)
Local de nasc.São Paulo (SP), Brasil
Nacionalidadebrasileira
Altura1,74 m
Informações profissionais
PosiçãoVolante
FunçãoTreinador
Clubes de juventude
Brasil Palmeiras
Clubes profissionais
AnosClubesJogos (golos)
1950–1951
1951
1952–1953
1954–1960
1960–1961
1961–1964
1965–1968
Brasil Palmeiras
→ Brasil XV de Jaú (emp.)
Brasil Comercial
Brasil São Paulo
Argentina Boca Juniors
Itália Milan
Brasil Corinthians
15 (5)


322 (113)
14 (4)
63 (14)
115 (32)
Seleção nacional
1957–1966Brasil Brasil15 (1)
Foi um dos maiores volantes da história do São Paulo e do Milan com suas roubadas de bolas precisas e de seus passes.

Como jogador

Começou sua carreira no Palmeiras, passou pelo Comercial, onde jogou ao lado de Gino Orlando.
Depois foi para o São Paulo, um ano depois que seu companheiro Gino seguira esse caminho, onde se destacou. Foi campeão paulista em 1957. Inicialmente, jogava mais avançado, mas depois se tornou um grande volante, sendo tricampeão pela Seleção Paulista em 1955 e indo para a Seleção Brasileira de Futebol que foi campeã do mundo em 1958. Iniciou a Copa de 1958 como titular, mas foi substituído por Zitodepois que se machucou na véspera do jogo contra a URSS.
Depois atuaria na Argentina (no Boca Juniors, ao lado de cinco brasileiros do nível de Almir Pernambuquinho e Paulo Valentim) e na Itália (campeão europeu pelo Milan), onde se tornou grande admirador de Alfredo Di Stéfano, o único comparável a Pelé segundo Dino Sani.
Encerrou a carreira no Corinthians depois de jogar três anos, assumindo o cargo do técnico Osvaldo Brandão quando foi desafiado por este a fazê-lo.
*Está na seleção de todos os tempos do Corinthians da revista Placar na edição de 1994.

Títulos

Como jogador

São Paulo
Seleção Brasileira
Milan
Corinthians











MENGÁLVIO

Nome completoMengálvio Pedro Figueiró
Data de nasc.17 de dezembro de 1939 (78 anos)
Local de nasc.Laguna Brasil
Informações profissionais
Clube atualaposentado
Posiçãomeio campo
Clubes de juventude
?Brasil Barriga Verde-SC
Clubes profissionais
AnosClubesJogos e gol(o)s
?
1957-1959
1960-1967
1968
1968
1969
Brasil Barriga Verde-SC
Brasil Aimoré
Brasil Santos
Brasil Grêmio
Brasil Santos
Colômbia Millonarios
? (?)
? (?)
371 (28)
? (?)
? (?)
? (?)
Seleção nacional
1962Brasil Brasil14 (1)
Revelado pelo Barriga Verde, um clube de sua cidade natal, foi bicampeão mundial interclubes (19621963) e bicampeão da Libertadores (1962,1963) pelo Santos FC. O jogador esteve com a seleção brasileirana Copa do Mundo de 1962 e foi o reserva de Didi, no Chile, quando o Brasil conquistou o bicampeonato mundial. Pela Seleção, Mengálvio fez catorze partidas e marcou um gol, em 15 de março de 1960, em jogo válido pelo Campeonato Pan-Americano.

Santos FC

Pelo Santos, estreou em 19 de abril de 1960, no empate por 2 a 2 contra a Portuguesa de Desportos, uma partida do Torneio Rio-São Paulo. Em sua passagem pelo clube, fez 371 partidas e marcou 28 gols,tendo sido seis vezes campeão paulista (19601961196219641965 e 1967), cinco vezes vencedor da Taça Brasil, torneio mais tarde equiparado ao Campeonato Brasileiro pela CBF (1961196219631964 e 1965), entre outras conquistas.
Fez parte daquela que é considerada uma das maiores linhas de ataque do futebol mundial: Dorval, Mengálvio, CoutinhoPelé e Pepe.
Recebeu o passe livre do Santos no final de 1968 ("A liberação é um justo prêmio aos inestimáveis serviços que Mengálvio prestou à coletividade alvinegra, com dedicação, real valor e consciência profissional exemplar, tanto em campos brasileiros como no exterior", disse, à época, o então presidente do Santos, Athiê Jorge Coury. "Seus feitos e a sua participação marcante a serviço do Santos e do glorioso futebol brasileiro permanecerão inolvidáveis, e aqui permanecerão amigos e admiradores que, nesta oportunidade, com estima, lhe desejam votos de toda sorte de felicidade e de sucesso ímpar em sua consagrada carreira.") e, em 1969, foi campeão do Torneo Finalización, jogando pelo Millonarios, da Colômbia.
De acordo com o livro Time dos Sonhos, do jornalista Odir Cunha, Mengálvio, por ser bonachão e desligado, era vítima constante de brincadeiras por parte de seus amigos de clube. No mesmo livro, o também ex-jogador Coutinho conta que, certa vez, o meia chegou a um hotel bastante cansado e acabou adormecendo sobre as malas que levava no elevador, permanecendo assim durante muito tempo. Outro amigo de clube de Mengálvio que também conta passagens interessantes sobre o meia é o ex-ponta esquerda Pepe, em seu livro Bombas de Alegria.

Títulos

Santos
Millonarios
Seleção Brasileira


















PAULO CÉSAR CARPEGIANI
324 JOGOS NA CARREIRA E 27 GOLS MARCADOS
17 JOGOS PELA SELEÇÃO BRASILEIRA


Nome completoPaulo César Carpegiani
Data de nasc.7 de fevereiro de 1949 (69 anos)
Local de nasc.Erechim (RS), Brasil
Nacionalidadebrasileiro
Altura1,75 m
Destro
ApelidoCarpaPCCMito
Informações profissionais
Equipa atualVitória
Posição(ex-Volante)
FunçãoTreinador
Clubes de juventude
1964–1969Internacional
Clubes profissionais
AnosClubesJogos (golos)
1969–1977
1977–1981
Total
Internacional
Flamengo
119 (15)
223 (12)
342 (27)
Seleção nacional
1974–1979
1977
Brasil
Seleção Carioca[1]
17 (0)
Considerado ídolo do Internacional, Carpegiani participou do bicampeonato brasileiro, em 1975 e 1976, e do octacampeonato gaúcho que o clube conquistou entre os anos 60 e 70. Ao lado de Paulo Roberto Falcão Caçapava, formou nesse período um trio de meio-campo que entrou para a história do futebol brasileiro.

Como jogador

Internacional

Nascido no nordeste do Estado, Paulo César estava sendo esperado no Grêmio quando um carro abordou o seu na estrada e foi convidado para treinar no Internacional. Rapidamente, sob o olhar atento do técnico Daltro Menezes, o talentoso meio-campista foi guindado ao time principal.
Conhecido no Inter como Paulo César, começou a jogar na equipe principal em 1970. Adotou o nome Carpegiani na Copa de 1974, para não haver confusão com o outro famoso Paulo César, o Caju. Como não tinha vaga no meio, jogou de volante. Foi titular do time até 1976, sempre como um dos principais jogadores do time.
Ao lado de Paulo Roberto Falcão e Caçapava, formou no Internacional um trio de meio-campo que entrou para a história do futebol brasileiro. Carpegiani participou de sete dos oito títulos do Campeonato Gaúcho que o Inter faturou de 1969 a 1976 Além disso, foi bicampeão brasileiro nos anos de 1975 e 1976. Uma de suas melhores partidas pelo Internacional foi a vitória por 2 a 0, em pleno Maracanã, pelas semifinais do Campeonato Brasileiro de Futebol de 1975, sobre o Fluminense, que até então era conhecido como A Máquina Tricolor.

Flamengo

Em 7 de março de 1977, foi anunciada a venda de Paulo César por 5,7 milhões de cruzeiros para o Flamengo, ficando ao lado de JúniorZicoAdílio e Andrade, tornando-se campeão carioca de 1978 e 1979 e campeão brasileiro de 1980.
Uma contusão no joelho o obrigou a encerrar a carreira. Carpegiani já havia feito uma operação no menisco em 1975, e não conseguiu jogar mais após os 31 anos.

Seleção Brasileira

Foi titular do Brasil na Copa do Mundo de 1974, substituindo Clodoaldo.

Estilo de jogo

Era um meia-armador de estilo clássico, com dribles curtos e objetivos, bom poder de marcação e, principalmente, com um passe longo de altíssima precisão.

*Está na seleção de todos os tempos do Internacional RS da revista Placar nas três edições de 82/94 e 2007

Títulos

Como jogador

Internacional
Flamengo
¹ Neste ano a federação carioca organizou dois campeonatos de caráter oficial.
Seleção Brasileira











MENÇÕES HONROSAS:



DUNGA

536 JOGOS NA CARREIRA E 47 GOLS MARCADOS
91 JOGOS PELA SELEÇÃO BRASILEIRA E 7 GOLS MARCADOS

Nome completoCarlos Caetano Bledorn Verri
Data de nasc.31 de outubro de 1963 (54 anos)
Local de nasc.Ijuí (RS), Brasil
Nacionalidadebrasileira
Altura1,76 m
Destro
ApelidoCapitão Dunga
Informações profissionais
Equipa atualSem clube
PosiçãoEx-volante
FunçãoTreinador
Clubes profissionais
AnosClubesJogos (golos)
1983–1984
1984–1985
1986
1987
1987–1988
1988–1992
1992–1993
1993–1995
1995–1998
1999–2000
Internacional
Corinthians
Santos
Vasco da Gama
Pisa
Fiorentina
Pescara
Stuttgart
Júbilo Iwata
Internacional
10 (0)
61 (5)
15 (1)
17 (1)
23 (2)
124 (8)
23 (3)
53 (8)
99 (16)
20 (3)
Seleção nacional
1987–1998Brasil91 (7)

Como jogador, sua maior conquista foi a Copa do Mundo de 1994, disputada nos Estados Unidos, sendo o capitão da equipe. Como treinador, teve sua nomeação para ser o técnico do Brasil em 24 de julho de 2006, conquistando a Copa América de 2007 e a Copa das Confederações de 2009. Foi nomeado de novo como treinador da Seleção Brasileira de Futebol em 22 de julho de 2014.
Foi considerado pela revista Época um dos 100 brasileiros mais influentes do ano de 2009.

Apelido

O apelido Dunga foi dado por um dos seus tios, em referência a um dos Sete Anões, acreditando que Carlos não teria uma estatura maior.

Carreira

Como jogador

Revelado no Internacional em 1983, Dunga sempre chamou a atenção pela liderança em campo. Volante duro na marcação, não hesitava em tentar lançamentos para os companheiros da frente, nem em desferir potentes chutes com a perna direita.
Ficou internacionalmente conhecido quando foi convocado para disputar a Copa do Mundo de 1990 na Itália pela Seleção Brasileira. O técnico Sebastião Lazaroni, querendo transformar o jeito do Brasil jogar, que nas duas Copas anteriores com Telê Santana havia sido acusado de perder por se preocupar apenas em jogar bonito, convocou jogadores mais aguerridos e fortes na marcação. Dentre estes novos jogadores, o que chamou mais atenção foi Dunga. Daí logo a imprensa apelidar a nova filosofia de jogo como sendo próprio da "Era Dunga".
A derrota na Copa e esse rótulo infeliz trouxeram grandes dissabores para o jogador. Mas em 1994 ele retornaria para uma nova chance. E desta vez não decepcionou: com a faixa de capitão ergueu a taça do mundo do Brasil tetracampeão. Diga-se de passagem que além da liderança do time, Dunga fora ainda incumbido de outra espinhosa missão, na qual também se saiu bem: foi o companheiro de quarto de Romário, a fim de segurar na linha o indisciplinado mas indispensável jogador.
Em 1998, Dunga disputaria a sua terceira Copa. Mostrando toda a garra e vontade de vencer de sempre, desta vez Dunga acabou exagerando e foi flagrado pelas câmaras de televisão dando uma cabeçada em Bebeto, durante uma discussão em pleno jogo enquanto a bola estava parada.[5] Constrangido, Dunga acabou se sentido isolado e diminuiu seu ímpeto.
Dunga retornaria ao Internacional, no qual fez 3 gols na sua ultima passagem. Foi decisivo na última rodada do Campeonato Brasileiro de 1999 ao fazer o gol que livrou o Colorado do rebaixamento contra o Palmeiras. E em 2000 fez seu último gol contra o 15 de Novembro, jogo no qual o Inter venceu por 3x0.
Mas Dunga nunca foi esquecido, e num dos momentos mais tristes para a torcida, quando o Brasil perdeu a Copa do Mundo de 2006, quando era amplamente favorito, mas não apresentou um futebol digno, muitos acreditavam que aquela seleção carecia de uma voz forte de comando, diferente da de Parreira. Surpreendentemente, Dunga voltou para a Seleção Brasileira, desta vez como treinador, com a missão de mexer com o brio dos jogadores e montar novamente um time competitivo e vencedor.
Seu discurso sempre se caracterizou por priorizar o orgulho de vestir a camisa amarela, além de uma certa implicância com a imprensa, com a qual Dunga frequentemente tem problemas a respeito de perguntas que ele não gosta. Suas entrevistas normalmente são um tanto quanto padronizadas, sem que ele exponha seus pensamentos a respeito do esquema tático da Seleção brasileira ou de seus adversários.


Títulos

Como jogador

Internacional
Vasco da Gama
Júbilo Iwata
Brasil

Individual









MINEIRO

Nome completoCarlos Luciano da Silva
Data de nasc.2 de agosto de 1975 (43 anos)
Local de nasc.Porto Alegre (RS), Brasil
Nacionalidadebrasileiro
Altura1,69 m
Destro
ApelidoMineiro
Informações profissionais
Período em atividade1997–2012 (15 anos)
Clube atualAposentado
PosiçãoVolante
Clubes de juventude

1996–1997
Internacional
Rio Branco (SP)
Clubes profissionais1
AnosClubesJogos e gol(o)s
1997–1998
1998–2003
2003–2004
2005–2007
2007–2008
2008–2009
2009–2010
2011–2012
Guarani
Ponte Preta
São Caetano
São Paulo
Hertha Berlim
Chelsea
Schalke 04
TuS Koblenz
24 (0)
99 (7)
79 (6)
138 (7)
36 (2)
(0)
(0)
28 (1)
Seleção nacional3
2001–2008Brasil25 (0)

Prêmios

Títulos

São Caetano
São Paulo
Chelsea
Seleção Brasileira







GILBERTO SILVA

Nome completoGilberto Aparecido da Silva
Data de nasc.7 de outubro de 1976 (41 anos)
Local de nasc.Lagoa da Prata (MG), Brasil
Nacionalidadebrasileiro
Altura1,85 m[1]
Destro
ApelidoMuro Invisível
Informações profissionais
Clube atualAposentado
Número-
PosiçãoVolante ou zagueiro
Clubes de juventude
1988–1997América-MG
Clubes profissionais2
AnosClubesJogos e gol(o)s
1996–2000
2000–2002
2002–2009
2009–2011
2011–2012
2013
América-MG
Atlético-MG
Arsenal
Panathinaikos
Grêmio
Atlético-MG
20 (1)
67 (4)
245 (24)
119 (6)
73 (2)
27 (1)
Seleção nacional3
2001–2010Brasil93 (3)





JOSUÉ

Nome completoJosué Anunciado de Oliveira
Data de nasc.19 de julho de 1979 (39 anos)
Local de nasc.Vitória de Santo Antão, (PE), Brasil
Nacionalidadebrasileiro
Altura1,69 m[1]
Destro
Informações profissionais
Período em atividade19962015 (19 anos)
Clube atualAposentado
Posiçãoex-Volante e Lateral-direito
Site oficial
Clubes de juventude
1994–1996Porto
Clubes profissionais2
AnosClubesJogos e gol(o)s
1996–2004
2005–2007
2007–2013
2013–2015
1996–2015
Goiás
São Paulo
Wolfsburg
Atlético Mineiro
Total
190 (6)
158 (7)
200 (3)
111 (5)
659 (21)
Seleção nacional3
1999
2007–2010
Brasil Sub-20
Brasil
(0)
28 (1)












CÉSAR SAMPAIO

Nome completoCarlos César Sampaio Campos
Data de nasc.31 de março de 1968 (50 anos)
Local de nasc.São Paulo (SP), Brasil
Nacionalidadebrasileiro
Altura1,77 m
Informações profissionais
Equipa atualAposentado
PosiçãoGerente de futebol
(ex-Volante)
Clubes profissionais
AnosClubesJogos (golos)
1986–1991
1991–1994
1995–1998
1999–2000
2000–2001
2001
2002
2003–2004
2004
2006
1986–2006
Santos
Palmeiras
Yokohama Flügels
Palmeiras
La Coruña
Corinthians
Kashiwa Reysol
Sanfrecce Hiroshima
São Paulo
Persma Manado
Total
298 (9)
218 (18)
150 (17)
86 (7)
17 (0)
9 (0)
37 (4)
71 (5)
27 (1)
1 (1)
968 (68)
Seleção nacional
1993–2000Brasil49 (6)

Títulos

Palmeiras
Yokohama Flugels
Deportivo La Coruña
Seleção Brasileira

Outras Conquistas

Palmeiras
  • Taça Lazio: 1991[10]
  • Troféu Athiê Jorge Couri: 1993[11]
  • Taça Reggiana: 1993[12]
  • Copa Lev Yashin: 1994[13]
  • Taça Nagoya: 1994[14]
  • Copa Brasil-Itália: 1994[15]

Prêmios Individuais

Santos
Palmeiras








EDMÍLSON

Nome completoEdmílson José Gomes de Moraes
Data de nasc.10 de julho de 1976 (42 anos)
Local de nasc.Taquaritinga (SP), Brasil
Nacionalidadebrasileiro
Altura1,86 m
Destro
Informações profissionais
Clube atualAposentado
PosiçãoVolante e Zagueiro
Clubes profissionais1
AnosClubesJogos e gol(o)s
1991–1994
1994–2000
2000–2004
2004–2008
2008
2009
2010–2011
2011
XV de Jaú
São Paulo
Lyon
Barcelona
Villarreal
Palmeiras
Real Zaragoza
Ceará
58 (3)
72 (1)
124 (3)
71 (0)
(0)
29 (3)
12 (1)
12 (2)
Seleção nacional3
2000–2007Brasil40 (1)