segunda-feira, 10 de setembro de 2018
Who was the best player of all time? quién fue el mejor jugador de todos los tiempos? Pelé
Who was the best player of all time?
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sábado, 8 de setembro de 2018
Os 11 melhores volantes do futebol brasileiro
OS 11 MELHORES VOLANTES DO FUTEBOL BRASILEIRO
FALCÃO
558 JOGOS NA CARREIRA - 105 GOLS MARCADOS EM CLUBES
32 JOGOS PELA SELEÇÃO BRASILEIRA - 7 GOLS MARCADOS
| Nome completo | Paulo Roberto Falcão | |
|---|---|---|
| Data de nasc. | 16 de outubro de 1953 (64 anos) | |
| Local de nasc. | Abelardo Luz (SC), Brasil | |
| Nacionalidade | brasileiro | |
| Altura | 1,83 m | |
| Apelido | Rei de Roma | |
| Informações profissionais | ||
| Posição | (ex-Meio campo) | |
| Clubes profissionais | ||
| Anos | Clubes | Jogos (golos) |
| 1973–1980 1980–1985 1985–1986 | Internacional Roma São Paulo | 392 (75) 107 (22) 25 (8) |
| Seleção nacional | ||
| 1972 1976–1986 | Brasil Sub-23 Brasil | 12 (2) 34 (7) |
É tido como um dos melhores volantes que o Brasil já produziu; agregava técnica no drible, controle de bola e finalização.Notabilizou-se como o líder da vitoriosa trajetória do Internacional na década de 70, com três conquistas do Campeonato Brasileiro, sendo um deles de forma invicta.
Estreou como jogador profissional no Internacional na década de 1970. Jogava no meio de campo. Tecnicamente, era um meia-direita, mas jogava avançado e, rapidamente, destacou se pela grande quantidade de gols que marcava, comandando o Internacional na campanha em que o clube gaúcho conquistou os Campeonato Brasileiros de 1975, 1976 e 1979, além de ter ganho cinco estaduais (1973, 1974, 1975, 1976 e 1978). Jogador de técnica brilhante e de estilo clássico e elegante, é considerado até hoje um dos maiores ídolos da história do clube.
Estreou na Seleção Brasileira no dia 21 de fevereiro de 1976, em um jogo entre o Brasil e um combinado dos times de Brasília. Em um ano avassalador, quando ganhou a Bola de Ouro, dada ao melhor jogador do Brasileirão daquele ano, era quase certo que seria convocado para jogar na Copa do Mundo de 1978, na Argentina, principalmente por fazer parte de listas antigas. Em uma das convocações, Falcão se apresentou dois dias atrasado por problemas médicos e, após o jogo contra a Colômbia, Falcão relatou que teria acontecido uma discussão pesada, o que acarretou na sua exclusão da seleção do treinador Cláudio Coutinho,[2] que preferiu levar Chicão, do São Paulo.
No início da década de 1980 transferiu-se para a AS Roma, na Itália. Ajudou o time a conquistar o scudetto fato que não ocorria desde 1942; também comandou o time, ocasião em que ganhou a alcunha de "Rei de Roma" (e, na própria Itália, de Divino ou "o oitavo rei de Roma"[3]) foi comprado pela soma de um milhão e meio de dólares, em 10 de agosto, e permaneceu no clube até 1985. Apesar do excelente retrospecto nas equipes brasileiras, o jogador era quase desconhecido na Europa (nos últimos meses haviam sido anunciados para a Roma nomes de jogadores brasileiros muito mais conhecidos até então, como Zico ou Rivelino). Estreou com a camisa de Roma num amistoso contra o seu antigo time, disputado em 29 de agosto do mesmo ano, em que a Roma e o Internacional empataram em dois gols. Estreou no campeonato italiano em 19 de setembro, em jogo que a Roma venceu o Como por 1 a 0. Disputou um total de 107 jogos, e marcou 22 gols. Os motivos para abandonar a equipe giallorossa foram atribuídos a divergências com o então presidente, Dino Viola. Deve-se salientar, no entanto, que a sua remuneração foi a mais alta paga até então para um jogador de futebol em Itália: mais de mil milhões de liras por ano.
Em 1982 fez parte, ao lado de Zico, Sócrates, Júnior e Toninho Cerezo, sob o comando de Telê Santana, da talentosa seleção brasileira que perdeu para a Itália na Copa de 1982, em célebre partida válida pelas quartas-de-final disputada no Estádio de Sarrià, em Barcelona, Espanha.
Falcão foi contratado pelo São Paulo onde encerrou sua carreira como jogador. Como jogador pelo São Paulo Futebol Clube em 1986 conquistou o título paulista.
Títulos
Como jogador
- Internacional
- Campeonato Gaúcho: 1973, 1974, 1975, 1976 e 1978
- Campeonato Brasileiro: 1975, 1976 e 1979
- Roma
- Copa da Itália: 1980–81, 1981–82 e 1983–84
- Campeonato Italiano: 1982–83
- São Paulo
- Seleção Brasileira
- Torneio Pré-olímpico de futebol: 1971
- Copa Roca: 1976
- Copa Rio Branco: 1976
- Taça Oswaldo Cruz: 1976
- Taça do Atlântico: 1976
- Torneio do Bicentenário dos Estados Unidos: 1976
- Mundialito de Cáli: 1977
Um livro sobre Falcão já foi lançado. Histórias da Bola, traz depoimentos do ex-futebolista ao jornalista Nilson Souza. Ele conta episódios de sua vida como jogador de futebol. A primeira edição foi lançada em 1996.
*Está na seleção de todos os tempos do Internacional RS da revista placar nas três edições 82/94 e 2007.
Prêmios
Como jogador
- FIFA 100: 2004[16]
- Bola de Prata da Revista Placar: 1975, 1978, 1979[17]
- Bola de Ouro da Revista Placar: 1978, 1979[18]
- Craque do Campeonato Brasileiro (Oficial): 1975, 1979[19]
- Chuteira de Ouro Adidas (Artilheiro da Temporada - Gols Oficiais): 1979[20]
- Onze de Bronze: 1982[21]
- Onze de Prata: 1983
- Bola de Prata da Copa do Mundo FIFA: 1982[22]
- 2º Maior Futebolista Sul-americano do ano: 1982[23]
- 3º Maior Futebolista Sul-americano do ano: 1979[24]
- Um dos Craques do time das estrelas da Copa da Espanha - (World Cup All - Star Team Player): 1982[25]
- 3º Melhor jogador do mundo "World Soccer": 1982[26]
- Integrante da Superseleção do Mundo "All Star" de 1982 - Guerin Sportivo (ITA); 1983[27]
- FIFA XI: 1982, 1986[28]
- 3º Melhor jogador do mundo "World Soccer":1983[29]
- Seleção do Campeonato Italiano Temporada 83/84 - Guerin Sportivo (ITA): 1984[30]
- 5º Maior Craque do Brasil na década de 70 - Revista Placar - (Eleito pela crítica):1979[31]
- 2º Maior Craque brasileiro da década de 80
- 12º Maior jogador brasileiro do século XX Pela IFFHS: 1999
- 31º Maior jogador sul-americano do século IFFHS: 1999
- 100 Craques do Século - World Soccer (Eleito pelos leitores): 1999[32]
- Único brasileiro eleito entre os 18 melhores jogadores dos últimos 50 anos do Campeonato Italiano: 2011[33]
- Time dos sonhos - Revista Placar: 2012[34]
- Hall da Fama da A.S. Roma: 2013
- Hall da Fama do Futebol Italiano: 2016
- Hall da Fama do Campeonato Italiano: 2017
ZITO
773 JOGOS NA CARREIRA - 57 GOLS MARCADOS
45 JOGOS PELA SELEÇÃO BRASILEIRA - 3 GOLS MARCADOS
Nome completo José Ely de Miranda
Data de nasc. 8 de agosto de 1932
Local de nasc. Roseira, Brasil
Nacionalidade brasileiro
Falecido em 14 de junho de 2015 (82 anos)
Local da morte Santos, Brasil
Apelido Zito, Gerente
Informações profissionais
Posição Volante
Clubes profissionais
Anos Clubes Jogos e gol(o)s
1948–1951
1952–1967 Taubaté
Santos
727 (57)
Seleção nacional
1955–1966 Brasil Brasil 46 (3)
Iniciou a carreira pelo Esporte Clube Taubaté atuando na posição de volante. Em 1952 foi contratado pelo Santos onde jogou até sua aposentadoria.
Apelidado de "Gerente"[2], era o líder do time dentro de campo, inclusive recebendo do técnico Lula o aval para comandar os atletas em campo da maneira que achasse melhor.Tornaram-se célebres seus gritos incentivando os jogadores a continuar marcando gols, mesmo com as partidas já decididas. Atuou no time por quinze anos, entre 1952 e 1967, tendo jogado 733 partidas e marcado 57 gols.
Pela seleção brasileira jogou a partir de 1956, tendo ajudado nas conquistas das Copas do Mundo de 1958 e 1962. Em 1958 era inicialmente reserva, porém foi escalado para a partida contra a Seleção Soviética, permanecendo como titular a partir de então.[4] Na Copa de 1962 marcou um dos gols na partida final contra a Tchecoslováquia.
Títulos
*Está na seleção de todos os tempos do Santos F.C na revista placar nas três edições 82/94/2007.
FAUSTO
| Nome completo | Fausto dos Santos | |
|---|---|---|
| Data de nasc. | 28 de janeiro de 1905 | |
| Local de nasc. | Codó (MA), Brasil | |
| Nacionalidade | brasileiro | |
| Falecido em | 28 de março de 1939 (34 anos) | |
| Local da morte | Santos Dumont (MG), Brasil | |
| Altura | 1,86m | |
| Apelido | Maravilha Negra | |
| Informações profissionais | ||
| Posição | Volante | |
| Clubes profissionais | ||
| Anos | Clubes | Jogos e gol(o)s |
| 1926–1928 1928–1931 1931–1932 1933 1934 1934–1935 1936–1938 | Bangu Vasco da Gama Barcelona Young Fellows Nacional Vasco da Gama Flamengo | 64 (4) 0 (0) 0 (0) 0 (0) 0 (0) 0 (0) 80 (1) |
| Seleção nacional | ||
| 1930 | Brasil | 6 (0) |
Fausto era um volante de muita disposição, grande técnica, habilidade e chute razoavelmente forte, que liderava o meio de campo de sua equipe com muita elegância e tinha precisão no toque de bola.
Considerado o melhor jogador de sua posição nas décadas de 1920 e 1930. Por isso na copa de 1930, o jogador despertou a cobiça de vários clubes do exterior. No mundial do Uruguai, em 1930 recebeu a alcunha de "Maravilha Negra" pela crônica esportiva uruguaia devido a sua atuação na copa de 1930.
Iniciou sua carreira defendendo o Bangu em 1926, no inicio de 1929 chega ao Vasco, clube ao qual retornaria em 1934. Durante uma excursão do Vasco à Espanha ele e o goleiro Jaguaré Bezerra de Vasconcelos impressionaram tanto pelo futebol apresentado que o Barcelona o contratou-lhes imediatamente em 1931. Após um ano na Espanha transferiu-se para atuar pelo Young Fellows, da Suíça, em 1934 chega para defender o Nacional, do Uruguai e em 1935 retornou ao Vasco. Morreu precocemente em razão da tuberculose aos 34 anos.
* Está na seleta lista do famoso livro " Os gigantes do futebol brasileiro" de João Máximo e Marcos de Castro
Títulos
- Botafogo
Premiações
- Jogador do ano: Melhor jogador do Vasco nas temporadas 1931 e 1933.
DANILO ALVIM
27 JOGOS PELA SELEÇÃO BRASILEIRA E 2 GOLS MARCADOS.
| Nome completo | Danilo Faria Alvim | |
|---|---|---|
| Data de nasc. | 3 de dezembro de 1920 | |
| Local de nasc. | Rio de Janeiro (RJ), Brasil | |
| Nacionalidade | brasileiro | |
| Falecido em | 16 de maio de 1996 (75 anos) | |
| Local da morte | Rio de Janeiro (RJ), Brasil | |
| Apelido | O Príncipe | |
| Informações profissionais | ||
| Período em atividade | Como Jogador: 1939–1956 (17 anos) Como Treinador: 1956–1981 (25 anos) | |
| Posição | ex-Treinador e volante | |
| Clubes de juventude | ||
| America | ||
| Clubes profissionais | ||
| Anos | Clubes | Jogos (golos) |
| 1939–1942 1943 1944–1945 1946–1954 1954 1955–1956 1956 | America FC (RJ) Canto do Rio FC America FC (RJ) Vasco da Gama Fonseca AC Botafogo Uberaba | 305 (11) 2 (0) |
| Seleção nacional | ||
| 1945–1953 | Brasil | 27 (2) |
Era chamado carinhosamente de Príncipe pelo seu estilo refinado de jogo.
Carreira
Jogou nas equipes do America, Canto do Rio, Botafogo e no Vasco da Gama. Foi um dos principais jogadores do Expresso da Vitória, lendário time do Vasco que ganhou diversos títulos entre as décadas de 40 e 50.
Títulos[editar | editar código-fonte]
Como jogador[editar | editar código-fonte]
- Vasco da Gama
- Fonseca
- Campeonato Niteroiense de Profissionais: 1954
- Seleção Brasileira
*Está na seleção de todos os tempos do Vasco da gama nas três edições da revista Placar 82/94 e 2007.
BAUER
29 JOGOS PELA SELEÇÃO BRASILEIRA.
| Nome completo | José Carlos Bauer | |
|---|---|---|
| Data de nasc. | 21 de novembro de 1925 | |
| Local de nasc. | São Paulo, | |
| Falecido em | 4 de fevereiro de 2007 (81 anos) | |
| Local da morte | São Paulo, | |
| Apelido | O Monstro do Maracanã | |
| Informações profissionais | ||
| Posição | Treinador (ex-Volante) | |
| Clubes de juventude | ||
| 1938-1945 | ||
| Clubes profissionais | ||
| Anos | Clubes | Jogos (golos) |
| 1945-1956 1956 1956 1958 | 419 (16) | |
| Seleção nacional | ||
| 1949-1955 | 29 (0) | |
Por conta das suas atuações na Copa do Mundo de 1950 foi apelidado de "O Monstro do Maracanã". É considerado um dos maiores jogadores da história do São Paulo.
Bauer, filho de um suíço e uma brasileira, começou no infantil do São Paulo, conquistando seu primeiro título em 1942, como juvenil. Um ano depois, entre os profissionais, conquistou dois bicampeonatos paulistas (de 1945 e 1946 e de 1948 e 1949), além do campeonato de 1953, ano que marcou sua despedida do clube. Jogou 419 partidas e marcou 16 gols.
Quando chegou ao São Paulo, formou a linha média com Zarzur e Noronha. Depois, com Rui e Noronha. Estas duas linhas-médias são inesquecíveis para todos os são-paulinos que as viram jogar. Bauer foi um jogador que tinha muita habilidade com a bola e, por isso, atuava como volante. Embora forte fisicamente, praticava um futebol clássico e elegante.
Ainda em 1954, transferiu-se para o Botafogo, do Rio de Janeiro. Já em final de carreira, passou pela Portuguesa, em 1955, e pelo São Bento, de Sorocaba, onde encerrou a carreira. Depois, treinaria o Club Deportivo Guadalajara, do México, e o Millonarios, da Colômbia, além das divisões de base do Clube Atlético Indiano de São Paulo.
Impressionado, indicou-o ao São Paulo, de acordo com as memórias do futuro Pantera Negra, mas o Tricolor desdenhou do investimento. Bauer então falou com seu ex-técnico no São Paulo, o húngaro Béla Guttmann, sobre o jovem. No mesmo ano, Guttmann o traria para o clube que estava treinando na época, o Benfica, onde Eusébio faria história.
Seleção
Na Copa do Mundo de 1950, era o mais jovem jogador do grupo da seleção brasileira[3]. Por suas atuações naquele mundial ganhou o apelido de "O Monstro do Maracanã". Apesar da derrota e da grande decepção causada pela perda do título, Bauer foi poupado das críticas pela derrota na final. Foi o único jogador da seleção de 1950 convocado para a mundial de 1954 onde atuou como capitão. [4]
Pela Seleção, disputou 29 jogos e foi campeão sul-americano em 1949.
Títulos
- São Paulo
- Seleção brasileira
Campeonato Sul-Americano (atual Copa América): 1949
Campeonato Pan-Americano: 1952
*Está na seleção de todos os tempos do São Paulo F.C. da revista placar nas edições de 1982 e 1994.
CLODOALDO
561 JOGOS NA CARREIRA E 13 GOLS MARCADOS
51 JOGOS PELA SELEÇÃO BRASILEIRA E 3 GOLS MARCADOS
| Nome completo | Clodoaldo Tavares Santana | |
|---|---|---|
| Data de nasc. | 25 de setembro de 1949 (68 anos) | |
| Local de nasc. | Itabaiana (SE), Brasil | |
| Altura | 1,74 m | |
| Pé | Destro | |
| Informações profissionais | ||
| Clube atual | Aposentado | |
| Posição | Volante | |
| Clubes profissionais | ||
| Anos | Clubes | Jogos e gol(o)s |
| 1965–1979 1980 1981 | 510 (13) | |
| Seleção nacional | ||
| 1966–1974 | 51 (3) | |
Clodoaldo jogou ao lado de muitos dos seus ídolos de infância. Santista desde criança[carece de fontes], ele iniciou sua trajetória na Vila Belmiro com treze anos, quando começou a atuar nas categorias de base do clube.
Clodoaldo é considerado por muitos como um volante habilidoso, que marcava bem nos dois lados do campo e era eficiente no apoio ao ataque. Jogou a maior parte da sua carreira no Santos, onde marcou treze gols em 510 partidas.
Seus primeiros jogos no time principal do Santos, em 1966, foram durante uma excursão pela América do Sul. Já em 1967, com apenas dezessete anos, tornou-se titular do time ao substituir Zito.
Nos catorze anos em que atuou equipe santista, Clodoaldo ajudou o Santos a conquistar cinco Campeonatos Paulistas: (Campeonato Paulista de 1967, 1968, 1969, 1973 e 1978), o Campeonato Brasileiro de 1968, a Supercopa Sulamericana dos Campeões Intercontinentais de 1968 e a Recopa dos Campeões Intercontinentais de 1968.
Convocado para a Copa do Mundo de 1970, foi titular e campeão, marcando um gol no Uruguai. Na edição seguinte, em 1974, acabou cortado antes da lista final de inscritos por contusão, e o atacante Mirandinha o substituiu.[1]
Praticamente finalizou sua carreira aos 29 anos, logo após uma cirurgia realizada em seu joelho esquerdo. Depois que parou de jogar, Clodoaldo manteve sua relação com o Santos ocupando cargos como diretor, vice-presidente e gerente de futebol.
TÍTULOS:
SANTOS f.c
- CAMPEÃO: Campeonato Paulista (São Paulo state championship) in 1967, 1968, 1969, 1973 and 1978.
- CAMPEÃO: Campeonato Brasileiro Série A in 1968.
SELEÇÃO BRASILEIRA
- CAMPEÃO COPA DE 1970.
- CAMPEÃO COPA ROCA 1971.
*Está na seleção de todos os tempos do Santos F.C. da revista Placar nas edições de 94 e 2007
PIAZZA
615 JOGOS NA CARREIRA E 40 GOLS MARCADOS
52 JOGOS PELA SELEÇÃO BRASILEIRA E 36 GOLS MARCADOS
| Nome completo | Wilson da Silva Piazza | |
|---|---|---|
| Data de nasc. | 25 de fevereiro de 1943 (75 anos) | |
| Local de nasc. | Ribeirão das Neves (Minas Gerais), | |
| Altura | 1,75 m | |
| Pé | Canhoto | |
| Apelido | Jacaré, Capitão | |
| Informações profissionais | ||
| Número | 5 | |
| Posição | volante | |
| Clubes profissionais | ||
| Anos | Clubes | Jogos e gol(o)s |
| 1962-1963 1963-1978 | ??? (??) 566 (40) | |
| Seleção nacional | ||
| 1967-1977 | 59 (36) | |
Quando garoto, em Ribeirão das Neves, tinha simpatia pelo Villa Nova, de Nova Lima, mas foi no Cruzeiro que viveu os mais áureos anos de sua carreira.
Começou a dar os primeiros chutes no Renascença no início dos anos 60, clube de futebol amador de Belo Horizonte (que também revelou também Procópio Cardoso Neto e Hilton Oliveira), onde conquistou um campeonato local, em 1962. Em função da contusão do atleta Hilton Chaves, o jovem teve a sua oportunidade no Cruzeiro, sendo contratado junto ao Renascença em 1963, aos 20 anos de idade. E não a desperdiçou. Líder nato que era, Piazza recebeu, três anos depois, as bênçãos e a braçadeira de capitão de Carmine Furletti, o então vice-presidente do clube celeste. Foi o maior capitão da história do Cruzeiro: liderou o grupo estrelado por 10 anos consecutivos, de 1966 a 1976.
Piazza era conhecido por sair de campo com a camisa ensopada, pois sempre estava em todas as jogadas ofensivas do adversário, pronto a roubar a bola e a servir Tostão e Dirceu Lopes. Ele conta que ficava incomodado quando saia de campo após atuar improvisado na defesa, pois por ali não molhava a camisa toda, só a parte frontal - a posição de zagueiro não lhe permitia correr atrás da bola, mas apenas tomar conta de um pedaço restrito do campo. Ao lado de Natal, Tostão, Dirceu Lopes, Raul Plassmann e todo o famoso esquadrão celeste dos anos 60-70, Piazza fez parte do imbatível Cruzeiro campeão da Taça Brasil de 1966, pentacampeão mineiro entre 1965-1969 e campeão da Taça Libertadores de 1976 contra o argentino River Plate.
Piazza era soberano na sua posição de volante: desarmava com facilidade e era um implacável e leal marcador - que o diria Pelé. Nos confrontos entre Cruzeiro e Santos FC, o camisa 5 era tranquilo e infalível - e letal.
Uma das maiores partidas de Piazza com a camisa azul, se não a maior, foi o jogo contra o Santos em 1966. O time celeste, formado por garotos, enfrentava o poderoso Santos de Pelé e já vencia por 1 a 0. De repente, um lance mágico na partida: Pelé recuou até o meio-campo pedindo a bola, recebeu e, ao sentir o marcador se aproximar, girou o corpo em um drible que o marcou na carreira, por geralmente deixar seus marcadores humilhados. Pelé, todavia, mal conseguiu ver o eficiente capitão Piazza, que passou sem praticamente tocá-lo, levando consigo a bola e puxando o contra-ataque. O maior jogador de todos os tempos ficou parado, observando o volante azul se distanciar, sem ao menos esboçar alguma reação, tal era a surpresa de encontrar um marcador tão limpo, que jogava com tamanha categoria e eficiência e que ainda desarmava magnificamente. Piazza avançou com a redonda e saiu jogando para Dirceu Lopes, que comandou, junto com Tostão, o show do Cruzeiro.
Como começou a carreira no ataque, Piazza tinha facilidade nas finalizações: marcou 40 gols com a camisa celeste. Isto sem contar seu espírito de liderança e organização, que lhe valeram três convocações para a Seleção Brasileira, entre elas, a inesquecível seleção de 1970, na conquista do tricampeonato mundial. Polivalente que era, Piazza jogou como um quarto zagueiro e, ao lado de Brito, não fez feio com a camisa canarinha. Levantou a taça do Tricampeonato.
*Está na seleção de todos dos tempos do Cruzeiro da revista placar nas três edições 1982/1994 e 2007.
Títulos
- Taça Libertadores da América: 1976
Campeonato Brasileiro: 1966
Campeonato Mineiro: 1965, 1966, 1967, 1968, 1969, 1972, 1973, 1974, 1975 e 1977
Taça Minas Gerais: 1973
Torneio Início de Minas Gerais: 1966- Demais torneios e taças
Torneio de Djacarta (IND): 1972.
Torneio Hong Kong (CHI): 1972.
Taça Miller (EUA): 1972
Torneio Tailândia (THA): 1972
Torneio do Governador (BA): 1971
Torneio 11 de Outubro (PAN): 1971.
Torneio de Caracas (VEN): 1970
Torneio José Guilherme (BRA): 1970
Torneio do México (MÉX): 1967
Torneio Quadrangular (BRA): 1966
Taça Rio Branco (URU): 1966
Torneio de Barbacena (MG): 1965
Torneio Mário Coutinho (MG): 1965
Torneio do Bispo (MG): 1965
Torneio Natalino Triginelli (MG): 1965
Taça Guilherme de Oliveira (DF): 1964
Torneio de Barbacena (MG): 1964
Prêmios
TONINHO CEREZO
778 JOGOS NA CARREIRA E 90 GOLS MARCADOS
58 JOGOS PELA SELEÇÃO BRASILEIRA E 5 GOLS MARCADOS
| Data de nasc. | 21 de abril de 1955 (63 anos) | |
|---|---|---|
| Local de nasc. | Belo Horizonte (MG), Brasil | |
| Nacionalidade | brasileiro | |
| Altura | 1,83m | |
| Apelido | O Patrão da Bola | |
| Informações profissionais | ||
| Posição | Treinador (ex-meia) | |
| Clubes profissionais | ||
| Anos | Clubes | Jogos (golos) |
| 1972–1983 1973–1974 1983–1986 1986–1992 1992–1993 1994 1995 1995 1996–1997 | Atlético Mineiro → Nacional (emp.) Roma Sampdoria São Paulo Cruzeiro Lousano Paulista São Paulo Atlético Mineiro | 400 (53) 0 (0) 70 (13) 145 (14) 72 (7) 10 (3) 8 (0) 0 (0) 0 (0) |
| Seleção nacional | ||
| 1977–1985 | Brasil | 73 (5) |
Como jogador
Craque de estilo clássico, começou nas categorias de base do Atlético Mineiro, com passagem, por empréstimo, pelo Nacional de Manaus, em 1974. Já em 1975 alcançou a titularidade no clube, substituindo o grande Wanderley Paiva, até então titular absoluto. Naquele mesmo ano foi convocado, pela primeira vez para a Seleção Brasileira. Nos 10 anos maravilhosos que passou no Clube Atlético Mineiro, se tornou ídolo e um dos jogadores mais tranquilos dos anos 70 no clube.
Em 1983, foi vendido para a AS Roma por 10 milhões de dólares, maior negociação do futebol brasileiro até então, igualada a de Zico para a Udinese. Lá foi campeão da Copa da Itália, ao lado do compatriota Falcão. Em 1986, foi para a Sampdoria. No elenco genovês destacou-se no título da Recopa Europeia, no vice-campeonato da Champions League, no tricampeonato da Copa da Itália e na conquista inédita do Campeonato Italiano. A torcida da Samp ainda se lembra da última partida daquele campeonato, quando, no fim do jogo, ouviu-se nos alto-falantes do estádio uma música feita especialmente para ele. Cerezo era o maestro de um time em que jogavam astros como Pagliuca, Mancini, Vialli, Dossena, Vierchowood e Lombardo, treinados pelo lendário soviético Konstantin Boskov. Tim Vickery, da BBC, lembra que, naquela época, assistia aos jogos do "Calcio" especialmente para ver Toninho Cerezo jogar. O analista inglês destaca a visão de jogo de Cerezo e lembra que na final da Champions de 1992, apesar de já contar com 37 anos, o Barcelona escalou seu melhor jogador, Bakero, para passar o jogo a marcá-lo.[1].
De volta ao Brasil, assinou com o São Paulo em 1992. Logo de cara, participou da conquista do Mundial Interclubes, quando a equipe superou o Barcelona (ESP), em Tóquio. No ano seguinte, comandou a equipe no bi da Libertadores e do Mundial. Na final de 1993, no Japão, contra o Milan, foi considerado o melhor em campo. Porém Cerezo teve atritos com o técnico Telê Santana e foi dispensado pelo clube em 1994.
Atleticano declarado, Cerezo brigou com a torcida do Galo em 1994 por ter ido jogar no Cruzeiro. Ele faria as pazes com os torcedores atleticanos em 1997, quando voltou ao Atlético. Ainda teve uma breve passagem pelo América Mineiro, mas voltou ao Galo para encerrar a carreira, tendo seu último jogo ocorrido na partida contra o Milan, na disputa da Copa Centenário de Belo Horizonte, em 1997 (o jogo ficou empatado em 2 a 2). Pelo Galo, fez 451 jogos e marcou 77 gols. Após a aposentadoria, tornou-se supervisor do Atlético-MG e em seguida treinou a equipe por três meses. Foi para o Vitória comandar um elenco sem estrelas e levou o time às semifinais do Brasileiro de 1999. Em seguida, foi trabalhar como treinador no Japão, onde conseguiu um certo prestígio comandando o Kashima Antlers.
Entre outros prêmios, Cerezo venceu quatro vezes a Bola de Prata, sendo duas vezes Bola de Ouro, como melhor jogador do Campeonato Brasileiro. Levou, ainda, nove vezes o troféu Guará. Em 1981, foi escolhido o melhor jogador do Mundialito, disputado no Uruguai. Já em 1993, foi o melhor jogador da Copa Intercontinental.
Conhecido pelo espírito de liderança, era chamado o "Patrão da Bola". No Atlético, também ficou conhecido como o "Capitão da Paz". Dois fatos contribuíram para esse apelido. O primeiro ocorreu quando, em 1977, o goleiro Ortiz foi impedido de treinar e teve seus salários cortados após a derrota para o Cruzeiro na final do Campeonato Mineiro daquele ano, na qual o arqueiro fora colocado sob suspeita de ter se "vendido" ao time rival. Foi Cerezo quem conseguiu uma licença para que Ortiz voltasse aos treinos, ainda que em separado, e comandou uma coleta de dinheiro para que o jogador pudesse se alimentar e quitar seu aluguel. O segundo episódio aconteceu quando o jogador Nei Dias ameaçou o técnico Procópio de morte. Também dessa feita, o jogador só voltou ao time por influência de Cerezo. Mas, em algumas ocasiões o jogador foi obrigado a se impôr. A principal delas foi na Roma quando, ao fim da temporada de 1986, na qual, inclusive, levou o time ao título da Copa da Itália, o jogador, findo o derradeiro jogo, já no vestiário, tirou a camisa e a entregou ao presidente do clube, que vinha lhe pressionando, dizendo que ali não mais jogaria.
Seleção Brasileira
A ascensão de Toninho Cerezo coincide com a formação do esquadrão atleticano nos anos 70, que sucedeu à geração de Dario e Cia., campeã brasileira em 1971. Lançado por Telê Santana, Cerezo logo chegou à seleção convocado por Osvaldo Brandão, grande admirador de seu futebol, mas que não se aguentaria no comando da seleção até o certame mundial. Em 1977, Cláudio Coutinho, um militar com formação em educação física, preparador físico de Zagallo nas copas de 1970 e 1974, foi indicado para treinar a seleção do Brasil.
Ainda assim, Cerezo, pelas atuações em campo, se transformou em jogador de confiança da seleção e foi convocado para a disputa do Mundial na Argentina em 1978. Na Copa, a atuação do jogador foi apenas razoável, em uma equipe que se destacou pela 'mediocridade eficiente'. Não à toa, na seleção de Coutinho, Toninho Cerezo ficava mais preso em campo. Naquela época o jogador foi, por vezes, substituído por jogadores como Batista e Chicão, mais marcadores.
O treinador entendia que, no "futebol moderno", os jogadores deveriam ser "polivalentes", a ocupar vários lugares no campo. Ocorre que a "polivalência" sugerida pelo técnico era mais facilmente aplicável a jogadores com menos recursos técnicos e mais obediência tática. Para ele, os laterais (alas) deveriam não apenas marcar mas terem uma função estratégica nas pontas, ao realizar o "overlapping" e aparecer na frente, em vez de dar assistências para o atacante pivô.
Em 1979, ainda com Coutinho no comando da seleção, Cerezo vive momentos difíceis para se enquadrar no modelo implantado. Era convocado, mas, já no primeiro jogo daquele ano, ficou no banco de Paulo César Carpeggiani, comandado de Coutinho no Flamengo. No jogo seguinte, entrou jogando e foi substituído por Guina, meia do Vasco da Gama.
Em 1980, Telê Santana assumiu a Seleção Brasileira. Com Telê, que o lançara no Atlético Mineiro, Toninho Cerezo voltou a brilhar e compôs um escrete com craques como Sócrates, Zico, Luizinho, Júnior, Paulo Isidoro, Reinaldo, Oscar, Edevaldo, Valdir Peres e Éder, que marcou época no futebol mundial. Embora houvesse nessa equipe uma indefinição crônica quanto ao atacante central e uma deficiência na baliza, o futebol por si praticado era vistoso e vitorioso. Momento alto de Cerezo nessa época foi o Mundialito, em 1981, no qual foi o maestro da vitória por 4 a 1 sobre os alemães, onde levou o troféu de melhor jogador do certame. Ainda nesse ano, teve participação destacada no time que se classifica para a Copa de 1982 e cumpriu excelente excursão europeia, vencendo França, Inglaterra e Alemanha, com Cerezo, de novo, a marcar um gol decisivo.
Na Copa, não pôde atuar contra a URSS por estar suspenso. Após os primeiros e brilhantes resultados, veio a improvável eliminação do Brasil para uma Itália tecnicamente frágil mas taticamente disciplinada, por 3 a 2. Cerezo foi massacrado pela imprensa brasileira - sobretudo a carioca - pelo passe errado que originou o segundo gol italiano. A história registra, todavia, que ele formou, ao lado de Falcão, Sócrates e Zico um dos melhores meios de campo da história do futebol mundial.
Após comandos de Carlos Alberto Parreira e Evaristo de Macedo, com Cerezo sendo deixado de lado nas convocações, Telê Santana retornou ao comando da equipe. Desconhecendo a realidade do futebol brasileiro de então, convocou uma Seleção com jogadores testados e aprovados em outras competições com ele, incluindo Cerezo.
Nesse contexto e, já na Sampdoria, Cerezo é convocado mas não chega a jogar, contundido. A pressão é grande e Telê prefere não apostar na recuperação do craque. Curiosamente, leva Zico na mesma situação e a atuação do 'galinho' compromete o resultado da partida em que o escrete brasileiro é desclassificado, nos pênaltis, pela França. A partir de 1987, Cerezo não foi mais convocado. Naquele ano, Carlos Alberto Silva, novo treinador, tentaria uma reforma ampla, que passava pela aposentadoria da geração de 1982, perspectiva que durou pouco.
*Está na seleção de todos os tempos do Atlético Mineiro da revista placar nas três edições de 1982/1994 e 2007. É sem dúvida o melhor volante da história do clube mineiro.
Títulos
Como jogador
- Nacional
- Campeonato Amazonense: 1974
- Atlético Mineiro
- Campeonato Mineiro: 1976, 1978, 1979, 1980, 1981, 1982 e 1983
- Taça Minas Gerais: 1975, 1976 e 1979
- Copa dos Campeões da Copa Brasil: 1978
- Copa Centenário de Belo Horizonte: 1997
- Cruzeiro
- Roma
- Sampdoria
- Copa da Itália: 1988 e 1989
- Recopa Europeia: 1990
- Supercopa Italiana: 1991
- Campeonato Italiano: 1990-91
- São Paulo
- Campeonato Paulista: 1992
- Copa Libertadores: 1993
- Copa Intercontinental: 1992 e 1993
- Supercopa Libertadores: 1993
- Recopa Sul-Americana: 1993 e 1994
DINO SANI
544 JOGOS NA CARREIRA E 163 GOLS MARCADOS
15 JOGOS PELA SELEÇÃO BRASILEIRA E 1 GOL MARCADO
| Nome completo | Dino Sani | |
|---|---|---|
| Data de nasc. | 23 de maio de 1932 (86 anos) | |
| Local de nasc. | São Paulo (SP), Brasil | |
| Nacionalidade | brasileira | |
| Altura | 1,74 m | |
| Informações profissionais | ||
| Posição | Volante | |
| Função | Treinador | |
| Clubes de juventude | ||
| Clubes profissionais | ||
| Anos | Clubes | Jogos (golos) |
| 1950–1951 1951 1952–1953 1954–1960 1960–1961 1961–1964 1965–1968 | → | 15 (5) 322 (113) 14 (4) 63 (14) 115 (32) |
| Seleção nacional | ||
| 1957–1966 | 15 (1) | |
Foi um dos maiores volantes da história do São Paulo e do Milan com suas roubadas de bolas precisas e de seus passes.
Como jogador
Depois foi para o São Paulo, um ano depois que seu companheiro Gino seguira esse caminho, onde se destacou. Foi campeão paulista em 1957. Inicialmente, jogava mais avançado, mas depois se tornou um grande volante, sendo tricampeão pela Seleção Paulista em 1955 e indo para a Seleção Brasileira de Futebol que foi campeã do mundo em 1958. Iniciou a Copa de 1958 como titular, mas foi substituído por Zitodepois que se machucou na véspera do jogo contra a URSS.
Depois atuaria na Argentina (no Boca Juniors, ao lado de cinco brasileiros do nível de Almir Pernambuquinho e Paulo Valentim) e na Itália (campeão europeu pelo Milan), onde se tornou grande admirador de Alfredo Di Stéfano, o único comparável a Pelé segundo Dino Sani.
Encerrou a carreira no Corinthians depois de jogar três anos, assumindo o cargo do técnico Osvaldo Brandão quando foi desafiado por este a fazê-lo.
*Está na seleção de todos os tempos do Corinthians da revista Placar na edição de 1994.
Títulos
Como jogador
- São Paulo
- Seleção Brasileira
- Milan
- Campeonato Italiano: 1961-62
- Taça dos Campeões Europeus (atual Liga dos Campeões da UEFA): 1962-63
- Corinthians
MENGÁLVIO
| Nome completo | Mengálvio Pedro Figueiró | |
|---|---|---|
| Data de nasc. | 17 de dezembro de 1939 (78 anos) | |
| Local de nasc. | Laguna, | |
| Informações profissionais | ||
| Clube atual | aposentado | |
| Posição | meio campo | |
| Clubes de juventude | ||
| ? | ||
| Clubes profissionais | ||
| Anos | Clubes | Jogos e gol(o)s |
| ? 1957-1959 1960-1967 1968 1968 1969 | ? (?) ? (?) 371 (28) ? (?) ? (?) ? (?) | |
| Seleção nacional | ||
| 1962 | 14 (1) | |
Revelado pelo Barriga Verde, um clube de sua cidade natal, foi bicampeão mundial interclubes (1962, 1963) e bicampeão da Libertadores (1962,1963) pelo Santos FC. O jogador esteve com a seleção brasileirana Copa do Mundo de 1962 e foi o reserva de Didi, no Chile, quando o Brasil conquistou o bicampeonato mundial. Pela Seleção, Mengálvio fez catorze partidas e marcou um gol, em 15 de março de 1960, em jogo válido pelo Campeonato Pan-Americano.
Santos FC
Pelo Santos, estreou em 19 de abril de 1960, no empate por 2 a 2 contra a Portuguesa de Desportos, uma partida do Torneio Rio-São Paulo. Em sua passagem pelo clube, fez 371 partidas e marcou 28 gols,tendo sido seis vezes campeão paulista (1960, 1961, 1962, 1964, 1965 e 1967), cinco vezes vencedor da Taça Brasil, torneio mais tarde equiparado ao Campeonato Brasileiro pela CBF (1961, 1962, 1963, 1964 e 1965), entre outras conquistas.
Fez parte daquela que é considerada uma das maiores linhas de ataque do futebol mundial: Dorval, Mengálvio, Coutinho, Pelé e Pepe.
Recebeu o passe livre do Santos no final de 1968 ("A liberação é um justo prêmio aos inestimáveis serviços que Mengálvio prestou à coletividade alvinegra, com dedicação, real valor e consciência profissional exemplar, tanto em campos brasileiros como no exterior", disse, à época, o então presidente do Santos, Athiê Jorge Coury. "Seus feitos e a sua participação marcante a serviço do Santos e do glorioso futebol brasileiro permanecerão inolvidáveis, e aqui permanecerão amigos e admiradores que, nesta oportunidade, com estima, lhe desejam votos de toda sorte de felicidade e de sucesso ímpar em sua consagrada carreira.") e, em 1969, foi campeão do Torneo Finalización, jogando pelo Millonarios, da Colômbia.
De acordo com o livro Time dos Sonhos, do jornalista Odir Cunha, Mengálvio, por ser bonachão e desligado, era vítima constante de brincadeiras por parte de seus amigos de clube. No mesmo livro, o também ex-jogador Coutinho conta que, certa vez, o meia chegou a um hotel bastante cansado e acabou adormecendo sobre as malas que levava no elevador, permanecendo assim durante muito tempo. Outro amigo de clube de Mengálvio que também conta passagens interessantes sobre o meia é o ex-ponta esquerda Pepe, em seu livro Bombas de Alegria.
Títulos
- Santos
Copa Intercontinental: 1962 e 1963
Taça Libertadores da América: 1962 e 1963
Campeonato Brasileiro: 1961, 1962, 1963, 1964 e 1965
x
Torneio Rio-São Paulo: 1963, 1964 e 1966
Campeonato Paulista: 1960, 1961, 1962, 1964, 1965 e 1967
Torneio de Paris: 1960 e 1961
- Millonarios
Torneo Finalización: 1969
- Seleção Brasileira
Copa do Mundo: 1962
x
Copa Roca: 1963
PAULO CÉSAR CARPEGIANI
324 JOGOS NA CARREIRA E 27 GOLS MARCADOS
17 JOGOS PELA SELEÇÃO BRASILEIRA
| Nome completo | Paulo César Carpegiani | |
|---|---|---|
| Data de nasc. | 7 de fevereiro de 1949 (69 anos) | |
| Local de nasc. | Erechim (RS), Brasil | |
| Nacionalidade | brasileiro | |
| Altura | 1,75 m | |
| Pé | Destro | |
| Apelido | Carpa, PCC, Mito | |
| Informações profissionais | ||
| Equipa atual | Vitória | |
| Posição | (ex-Volante) | |
| Função | Treinador | |
| Clubes de juventude | ||
| 1964–1969 | Internacional | |
| Clubes profissionais | ||
| Anos | Clubes | Jogos (golos) |
| 1969–1977 1977–1981 Total | Internacional Flamengo | 119 (15) 223 (12) 342 (27) |
| Seleção nacional | ||
| 1974–1979 1977 | Brasil Seleção Carioca[1] | 17 (0) |
Considerado ídolo do Internacional, Carpegiani participou do bicampeonato brasileiro, em 1975 e 1976, e do octacampeonato gaúcho que o clube conquistou entre os anos 60 e 70. Ao lado de Paulo Roberto Falcão e Caçapava, formou nesse período um trio de meio-campo que entrou para a história do futebol brasileiro.
Como jogador
Internacional
Nascido no nordeste do Estado, Paulo César estava sendo esperado no Grêmio quando um carro abordou o seu na estrada e foi convidado para treinar no Internacional. Rapidamente, sob o olhar atento do técnico Daltro Menezes, o talentoso meio-campista foi guindado ao time principal.
Conhecido no Inter como Paulo César, começou a jogar na equipe principal em 1970. Adotou o nome Carpegiani na Copa de 1974, para não haver confusão com o outro famoso Paulo César, o Caju. Como não tinha vaga no meio, jogou de volante. Foi titular do time até 1976, sempre como um dos principais jogadores do time.
Ao lado de Paulo Roberto Falcão e Caçapava, formou no Internacional um trio de meio-campo que entrou para a história do futebol brasileiro. Carpegiani participou de sete dos oito títulos do Campeonato Gaúcho que o Inter faturou de 1969 a 1976 Além disso, foi bicampeão brasileiro nos anos de 1975 e 1976. Uma de suas melhores partidas pelo Internacional foi a vitória por 2 a 0, em pleno Maracanã, pelas semifinais do Campeonato Brasileiro de Futebol de 1975, sobre o Fluminense, que até então era conhecido como A Máquina Tricolor.
Flamengo
Em 7 de março de 1977, foi anunciada a venda de Paulo César por 5,7 milhões de cruzeiros para o Flamengo, ficando ao lado de Júnior, Zico, Adílio e Andrade, tornando-se campeão carioca de 1978 e 1979 e campeão brasileiro de 1980.
Uma contusão no joelho o obrigou a encerrar a carreira. Carpegiani já havia feito uma operação no menisco em 1975, e não conseguiu jogar mais após os 31 anos.
Seleção Brasileira
Foi titular do Brasil na Copa do Mundo de 1974, substituindo Clodoaldo.
Estilo de jogo
Era um meia-armador de estilo clássico, com dribles curtos e objetivos, bom poder de marcação e, principalmente, com um passe longo de altíssima precisão.
*Está na seleção de todos os tempos do Internacional RS da revista Placar nas três edições de 82/94 e 2007
Títulos
Como jogador
- Internacional
- Campeonato Brasileiro: 1975 e 1976
- Campeonato Gaúcho: 1970, 1971, 1972, 1973, 1974, 1975 e 1976
- Campeonato Citadino de Porto Alegre: 1972
- Troféu Bicentenário da Fundação de Porto Alegre: 1972[26]
- Flamengo
- Campeonato Brasileiro: 1980
- Campeonato Carioca: 1978, 1979 e 1979¹
- Taça Guanabara: 1978 ,1979
- Taça Rio de Janeiro: 1978
- Taça Luiz Aranha: 1979
- Taça Jorge Frias de Paula: 1979
- Troféu Antônio Valmir Campelo Bezerra: 1977[27]
- Troféu Cidade de Palma de Mallorca: 1978
- Troféu Ramón de Carranza: 1979 e 1980
- Troféu João Batista de Oliveira Figueiredo: 1979[28]
- Taça Governador Ary Ribeiro Valadão: 1979[29]
- Troféu Cidade de Santander: 1980
- Troféu Anos de Ouro do Futebol Brasileiro: 1980[30]
- Troféu João Saldanha: 1980[31]
- Torneio das Astúrias: 1980
- Torneio de Algarve: 1980
- Troféu Perugia: 1980[32]
¹ Neste ano a federação carioca organizou dois campeonatos de caráter oficial.
- Seleção Brasileira
- Superclássico das Américas: 1976
- Copa Rio Branco: 1976
- Taça Oswaldo Cruz: 1976
- Taça do Atlântico: 1976
- Torneio Bicentenário dos Estados Unidos: 1976
- Troféu Coroa Principe: 1978
- 4° Lugar na Copa do Mundo: 1974
- 3° Lugar na Copa América: 1979
MENÇÕES HONROSAS:
DUNGA
536 JOGOS NA CARREIRA E 47 GOLS MARCADOS
91 JOGOS PELA SELEÇÃO BRASILEIRA E 7 GOLS MARCADOS
| Nome completo | Carlos Caetano Bledorn Verri | |
|---|---|---|
| Data de nasc. | 31 de outubro de 1963 (54 anos) | |
| Local de nasc. | Ijuí (RS), Brasil | |
| Nacionalidade | brasileira | |
| Altura | 1,76 m | |
| Pé | Destro | |
| Apelido | Capitão Dunga | |
| Informações profissionais | ||
| Equipa atual | Sem clube | |
| Posição | Ex-volante | |
| Função | Treinador | |
| Clubes profissionais | ||
| Anos | Clubes | Jogos (golos) |
| 1983–1984 1984–1985 1986 1987 1987–1988 1988–1992 1992–1993 1993–1995 1995–1998 1999–2000 | Internacional Corinthians Santos Vasco da Gama Pisa Fiorentina Pescara Stuttgart Júbilo Iwata Internacional | 10 (0) 61 (5) 15 (1) 17 (1) 23 (2) 124 (8) 23 (3) 53 (8) 99 (16) 20 (3) |
| Seleção nacional | ||
| 1987–1998 | Brasil | 91 (7) |
Como jogador, sua maior conquista foi a Copa do Mundo de 1994, disputada nos Estados Unidos, sendo o capitão da equipe. Como treinador, teve sua nomeação para ser o técnico do Brasil em 24 de julho de 2006, conquistando a Copa América de 2007 e a Copa das Confederações de 2009. Foi nomeado de novo como treinador da Seleção Brasileira de Futebol em 22 de julho de 2014.
Foi considerado pela revista Época um dos 100 brasileiros mais influentes do ano de 2009.
Apelido
O apelido Dunga foi dado por um dos seus tios, em referência a um dos Sete Anões, acreditando que Carlos não teria uma estatura maior.
Carreira
Como jogador
Revelado no Internacional em 1983, Dunga sempre chamou a atenção pela liderança em campo. Volante duro na marcação, não hesitava em tentar lançamentos para os companheiros da frente, nem em desferir potentes chutes com a perna direita.
Ficou internacionalmente conhecido quando foi convocado para disputar a Copa do Mundo de 1990 na Itália pela Seleção Brasileira. O técnico Sebastião Lazaroni, querendo transformar o jeito do Brasil jogar, que nas duas Copas anteriores com Telê Santana havia sido acusado de perder por se preocupar apenas em jogar bonito, convocou jogadores mais aguerridos e fortes na marcação. Dentre estes novos jogadores, o que chamou mais atenção foi Dunga. Daí logo a imprensa apelidar a nova filosofia de jogo como sendo próprio da "Era Dunga".
A derrota na Copa e esse rótulo infeliz trouxeram grandes dissabores para o jogador. Mas em 1994 ele retornaria para uma nova chance. E desta vez não decepcionou: com a faixa de capitão ergueu a taça do mundo do Brasil tetracampeão. Diga-se de passagem que além da liderança do time, Dunga fora ainda incumbido de outra espinhosa missão, na qual também se saiu bem: foi o companheiro de quarto de Romário, a fim de segurar na linha o indisciplinado mas indispensável jogador.
Em 1998, Dunga disputaria a sua terceira Copa. Mostrando toda a garra e vontade de vencer de sempre, desta vez Dunga acabou exagerando e foi flagrado pelas câmaras de televisão dando uma cabeçada em Bebeto, durante uma discussão em pleno jogo enquanto a bola estava parada.[5] Constrangido, Dunga acabou se sentido isolado e diminuiu seu ímpeto.
Dunga retornaria ao Internacional, no qual fez 3 gols na sua ultima passagem. Foi decisivo na última rodada do Campeonato Brasileiro de 1999 ao fazer o gol que livrou o Colorado do rebaixamento contra o Palmeiras. E em 2000 fez seu último gol contra o 15 de Novembro, jogo no qual o Inter venceu por 3x0.
Mas Dunga nunca foi esquecido, e num dos momentos mais tristes para a torcida, quando o Brasil perdeu a Copa do Mundo de 2006, quando era amplamente favorito, mas não apresentou um futebol digno, muitos acreditavam que aquela seleção carecia de uma voz forte de comando, diferente da de Parreira. Surpreendentemente, Dunga voltou para a Seleção Brasileira, desta vez como treinador, com a missão de mexer com o brio dos jogadores e montar novamente um time competitivo e vencedor.
Seu discurso sempre se caracterizou por priorizar o orgulho de vestir a camisa amarela, além de uma certa implicância com a imprensa, com a qual Dunga frequentemente tem problemas a respeito de perguntas que ele não gosta. Suas entrevistas normalmente são um tanto quanto padronizadas, sem que ele exponha seus pensamentos a respeito do esquema tático da Seleção brasileira ou de seus adversários.
Títulos
Como jogador
- Copa do Mundo FIFA: 1994
- Copa das Confederações: 1997
- Copa América: 1989 e 1997
- Copa do Mundo Sub-20: 1983
- Campeonato Sul-Americano Sub-20: 1983
- Torneio Pré-Olímpico: 1984
- Copa Umbro: 1995
Individual
- 8 º Melhor jogador do mundo pela FIFA: 1994
- Melhor jogador do campeonato japonês: 1997
- Seleção do campeonato japonês: 1997
- Seleção da Copa do mundo pela FIFA: 1994 e 1998
MINEIRO
| Nome completo | Carlos Luciano da Silva | |
|---|---|---|
| Data de nasc. | 2 de agosto de 1975 (43 anos) | |
| Local de nasc. | Porto Alegre (RS), Brasil | |
| Nacionalidade | brasileiro | |
| Altura | 1,69 m | |
| Pé | Destro | |
| Apelido | Mineiro | |
| Informações profissionais | ||
| Período em atividade | 1997–2012 (15 anos) | |
| Clube atual | Aposentado | |
| Posição | Volante | |
| Clubes de juventude | ||
1996–1997 | Internacional Rio Branco (SP) | |
| Clubes profissionais1 | ||
| Anos | Clubes | Jogos e gol(o)s |
| 1997–1998 1998–2003 2003–2004 2005–2007 2007–2008 2008–2009 2009–2010 2011–2012 | Guarani Ponte Preta São Caetano São Paulo Hertha Berlim Chelsea Schalke 04 TuS Koblenz | 24 (0) 99 (7) 79 (6) 138 (7) 36 (2) 2 (0) 7 (0) 28 (1) |
| Seleção nacional3 | ||
| 2001–2008 | Brasil | 25 (0) |
Prêmios
- 22º Melhor Jogador do Brasil: 2005
- 3º Melhor Jogador do Brasil: 2006
- Seleção Ideal do Brasil: 2006
- Seleção do Campeonato Brasileiro: 2006
- Bola de Prata: 2000, 2004, 2005 e 2006.
Títulos
- São Caetano
- São Paulo
- Campeonato Paulista: 2005
- Copa Libertadores da América: 2005
- Mundial de Clubes da FIFA: 2005
- Campeonato Brasileiro: 2006
- Chelsea
- Seleção Brasileira
GILBERTO SILVA
| Nome completo | Gilberto Aparecido da Silva | |
|---|---|---|
| Data de nasc. | 7 de outubro de 1976 (41 anos) | |
| Local de nasc. | Lagoa da Prata (MG), Brasil | |
| Nacionalidade | brasileiro | |
| Altura | 1,85 m[1] | |
| Pé | Destro | |
| Apelido | Muro Invisível | |
| Informações profissionais | ||
| Clube atual | Aposentado | |
| Número | - | |
| Posição | Volante ou zagueiro | |
| Clubes de juventude | ||
| 1988–1997 | América-MG | |
| Clubes profissionais2 | ||
| Anos | Clubes | Jogos e gol(o)s |
| 1996–2000 2000–2002 2002–2009 2009–2011 2011–2012 2013 | América-MG Atlético-MG Arsenal Panathinaikos Grêmio Atlético-MG | 20 (1) 67 (4) 245 (24) 119 (6) 73 (2) 27 (1) |
| Seleção nacional3 | ||
| 2001–2010 | Brasil | 93 (3) |
Títulos
- América-MG
- Atlético Mineiro
- Arsenal
- Panathinaikos
- Seleção Brasileira
JOSUÉ
| Nome completo | Josué Anunciado de Oliveira | |
|---|---|---|
| Data de nasc. | 19 de julho de 1979 (39 anos) | |
| Local de nasc. | Vitória de Santo Antão, (PE), Brasil | |
| Nacionalidade | brasileiro | |
| Altura | 1,69 m[1] | |
| Pé | Destro | |
| Informações profissionais | ||
| Período em atividade | 1996–2015 (19 anos) | |
| Clube atual | Aposentado | |
| Posição | ex-Volante e Lateral-direito | |
| Site oficial | ||
| Clubes de juventude | ||
| 1994–1996 | Porto | |
| Clubes profissionais2 | ||
| Anos | Clubes | Jogos e gol(o)s |
| 1996–2004 2005–2007 2007–2013 2013–2015 1996–2015 | Goiás São Paulo Wolfsburg Atlético Mineiro Total | 190 (6) 158 (7) 200 (3) 111 (5) 659 (21) |
| Seleção nacional3 | ||
| 1999 2007–2010 | Brasil Sub-20 Brasil | 1 (0) 28 (1) |
Títulos
- Goiás
- Campeonato Goiano: 1997, 1998, 1999, 2000, 2002 e 2003
- Campeonato Brasileiro Série B: 1999
- Copa Centro-Oeste: 2000, 2001 e 2002
- São Paulo
- Campeonato Paulista: 2005
- Copa Libertadores da América: 2005
- Mundial de Clubes da FIFA: 2005
- Campeonato Brasileiro: 2006, 2007
- Wolfsburg
- Atlético Mineiro
- Campeonato Mineiro: 2013, 2015
- Copa Libertadores da América: 2013
- Recopa Sul-Americana: 2014
- Copa do Brasil: 2014
- Seleção Brasileira
CÉSAR SAMPAIO
| Nome completo | Carlos César Sampaio Campos | |
|---|---|---|
| Data de nasc. | 31 de março de 1968 (50 anos) | |
| Local de nasc. | São Paulo (SP), Brasil | |
| Nacionalidade | brasileiro | |
| Altura | 1,77 m | |
| Informações profissionais | ||
| Equipa atual | Aposentado | |
| Posição | Gerente de futebol (ex-Volante) | |
| Clubes profissionais | ||
| Anos | Clubes | Jogos (golos) |
| 1986–1991 1991–1994 1995–1998 1999–2000 2000–2001 2001 2002 2003–2004 2004 2006 1986–2006 | Santos Palmeiras Yokohama Flügels Palmeiras La Coruña Corinthians Kashiwa Reysol Sanfrecce Hiroshima São Paulo Persma Manado Total | 298 (9) 218 (18) 150 (17) 86 (7) 17 (0) 9 (0) 37 (4) 71 (5) 27 (1) 1 (1) 968 (68) |
| Seleção nacional | ||
| 1993–2000 | Brasil | 49 (6) |
Títulos
- Palmeiras
- Campeonato Paulista: 1993 e 1994
- Campeonato Brasileiro: 1993 e 1994
- Torneio Rio-São Paulo: 1993 e 2000
- Copa Libertadores da América: 1999
- Yokohama Flugels
- Supercopa Asiática: 1995
- Copa do Imperador: 1998
- Deportivo La Coruña
- Supercopa da Espanha: 2000
- Seleção Brasileira
Outras Conquistas
- Palmeiras
- Taça Lazio: 1991[10]
- Troféu Athiê Jorge Couri: 1993[11]
- Taça Reggiana: 1993[12]
- Copa Lev Yashin: 1994[13]
- Taça Nagoya: 1994[14]
- Copa Brasil-Itália: 1994[15]
Prêmios Individuais
- Santos
- Bola de Prata da Revista Placar: 1990
- Bola de Ouro da Revista Placar: 1990
- Palmeiras
- Bola de Prata da Revista Placar: 1993
- Bola de Ouro da Revista Placar: 1993
EDMÍLSON
| Nome completo | Edmílson José Gomes de Moraes | |
|---|---|---|
| Data de nasc. | 10 de julho de 1976 (42 anos) | |
| Local de nasc. | Taquaritinga (SP), Brasil | |
| Nacionalidade | brasileiro | |
| Altura | 1,86 m | |
| Pé | Destro | |
| Informações profissionais | ||
| Clube atual | Aposentado | |
| Posição | Volante e Zagueiro | |
| Clubes profissionais1 | ||
| Anos | Clubes | Jogos e gol(o)s |
| 1991–1994 1994–2000 2000–2004 2004–2008 2008 2009 2010–2011 2011 | XV de Jaú São Paulo Lyon Barcelona Villarreal Palmeiras Real Zaragoza Ceará | 58 (3) 72 (1) 124 (3) 71 (0) 6 (0) 29 (3) 12 (1) 12 (2) |
| Seleção nacional3 | ||
| 2000–2007 | Brasil | 40 (1) |
Títulos
Campeonatos nacionais[editar | editar código-fonte]
- Campeonato Paulista (São Paulo, 1998 e 2000)
- Campeonato Franceses (Lyon; Temporadas 01-02, 02-03 e 03-04)
- Supercopa da França (Lyon; 2002, 2003 e 2004)
- Campeonato Espanhol (Barcelona, temporada 2004-2005 e 2005-2006)
- Supercopa da Espanha (Barcelona, 2005)
- Copa Cataluña (Barcelona, temporada 2004-2005)
Copas Internacionais
- Supercopa Libertadores (São Paulo, 1993)
- Copa Conmebol (São Paulo, 1994)
- Recopa Sul-Americana (São Paulo, 1993 e 1994)
- Copa do Mundo - Pentacampeonato (Seleção Brasileira, Copa do Mundo da Coréia e Japão 2002)
- Liga dos Campeões da Europa (Barcelona, temporada 2005-2006)
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