
Tomaz Soares da Silva, o mestre Zizinho, nasceu no dia 14 de setembro de 1921 na cidade de São Gonçalo no Rio de Janeiro. Com todos os méritos, foi incluído entre os maiores atacantes do mundo. Notabilizou-se no futebol pelo seu admirável estilo cerebral de jogo. Em sua época, muitos foram os jogadores que se destacaram pela técnica e pela inteligência, mas nem todos conseguiram o renome de Zizinho, um craque no mais legitimo sentido que a denominação representa. Zizinho foi um dos ídolos da massa rubro negra durante os dez anos que vestiu a camisa do Flamengo. Começou em 1939 e saiu para o Bangú em 1950. Sua grande magoa dos dirigentes do Flamengo foi na negociação com o Bangú sem que ele soubesse. Sua indignação foi tão grande que assinou contrato em branco com o clube banguense. Ele não queria sair do clube rubro negro. Ficou no Bangú até 1957 quando se transferiu para o São Paulo. Encerrou sua carreira como jogador no Audax Italiano do Chile em 1961. Zizinho foi o gênio que a TV não mostrou. Registrou apenas alguns raros momentos do maior jogador do futebol do seu tempo, dono de absurda habilidade e valente como um guerreiro.
No Flamengo foi tri campeão carioca nos anos de 1942/43/44. No Bangú foi vice campeão carioca em 1951. No São Paulo, foi campeão paulista de 1957. Pela seleção brasileira ganhou a Copa Roca de 1946. A Taça Osvaldo Cruz e Taça Atlântico em 1956. O sul-americano em 1949. Pela seleção carioca foi campeão brasileiro em 1950.
Quando deixou o futebol como jogador começou com treinador. E iniciou no Bangú armando um time que, em 1966, seria campeão carioca sob o comando de Alfredo Gonzales. Foi para o América para ser campeã da Taça Guanabara de 1974. Ainda dirigiu o Vasco e a seleção brasileira medalha de ouro no Pan-americano de 1975 e campeã do pré olímpico de 1976. Não dirigiu o time nos Jogos de Montreal porque os cartolas o trocaram por Osvaldo Brandão.
Zizinho escreveu um livro “O Mestre Ziza” onde ele conta todas suas alegrias e decepções com o jogo da bola. Foi Fiscal de Renda no Estado do Rio de Janeiro. Faleceu este ano.
ÍDOLOS DE ZIZINHO
Certa vez, quando indagaram ao Mestre Ziza quais os jogadores ele escolheria para compôr a seleção de todos os tempos, Zizinho respondeu que jamais se preocupou em montar sua seleção ideal, mas se tivesse que escolher alguém para compôr o elenco de todos os tempos, certamente escolheria quatro jogadores: Pelé, Domingos da Guia, Leônidas da Silva e Nilton Santos.
Saiba tudo sobre Zizinho:
Nome: Thomaz Soares da Silva
Posição: Atacante
Data de Nascimento: 14-09-1921
Nacionalidade: brasileira
Local de Nascimento: São Gonçalo - RJ
Data de Morte: 08-02-2002
Local de Morte: Niterói (RJ)
Altura: 1,69 m
Peso: 63 Kg
Primeiro Jogo: Flamengo 3 x 4 Independiente da Argentina (24/12/1939), amistoso
Títulos:
Campeonato Carioca - 1942 - Flamengo
Campeonato Carioca - 1943 - Flamengo
Campeonato Carioca - 1944 - Flamengo
Copa Rocca - 1945 - Brasil
Copa América (Campeonato Sul-Americano) - 1949 - Brasil
Taça Oswaldo Cruz - 1950 - Brasil
Copa Rio Branco - 1950 - Brasil
Taça Oswaldo Cruz - 1955 - Brasil
Taça Oswaldo Cruz - 1956 - Brasil
Taça do Atlântico - 1956 - Brasil
Campeonato Paulista - 1957 - São Paulo
Feitos:
Artilheiro - 1952 - Bangu do Campeonato Carioca(19 gols)
Carreira:
Flamengo: 1939 - 1950
Bangu: 1950 - 1956
São Paulo: 1956 - 1957
Uberaba: 1957 - 1960
Audax Italiano: 1960 – 1962
Thomaz Soares da Silva
Thomaz Soares da Silva, jogador brasileiro de futebol (1921-2002) mais conhecido como Zizinho, foi o ídolo de Pelé e jogou como atacante para a Seleção Brasileira. É um dos maiores jogadores da história do futebol mundial.
Jogou entre 1939 a 1950 no Flamengo sediado no Rio de Janeiro, e com ele o time ganhou o seu primeiro tricampeonato estadual em 1942, 1943 e 1944, além do Campeonato Carioca de 1939. Antes da estréia na Copa do Mundo de 50, Zizinho foi vendido para o Bangu Atlético Clube, clube que defendeu por 6 anos e do qual foi o 5º maior artilheiro, com 120 gols. Na Copa de 50 seu estilo de jogar maravilhou os torcedores e ajudou o Brasil a chegar até a final; e mesmo apesar da derrota surpreendente de 2 a 1 para o Uruguai, foi considerado o melhor jogador daquela copa. Zizinho é considerado por muitos o jogador mais completo depois de Pelé, tendo marcado 145 gols pelo Flamengo e 31 pela a seleção. Em 1957 teve uma passagem pelo São Paulo, onde conquistou seu quinto titulo estadual, marcando 24 gols. Seu último clube foi o Audax Italiano, do Chile.
"Ele foi um excepcional jogador. Um dos maiores meios de campo do futebol brasileiro", afirmou Zagallo, na tarde desta sexta.
| Arquivo: entrevista com Zizinho |
| 08/02/2002 |
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Em 2000, Zizinho concedeu uma entrevista. Confira abaixo |
| SÃO PAULO - Tudo pronto para o jogo decisivo da Copa do Mundo. Brasil e Uruguai esperam o apito do árbitro autorizando o início da partida. Camisa número oito nas costas, o meia Zizinho aguarda, com as mãos no quadril, o pontapé inicial.
Mas espera aí. Tem uma coisa estranha nisso: o Maracanã está calado. Mestre Ziza vira para um lado, vira para outro. Onde está o grito dos 200 mil torcedores que lotam o Maracanã? Todo mundo perdeu a língua?
O motivo fica claro assim que ele abre os olhos: ao seu redor, em vez das arquibancadas do Maraca, as paredes do seu quarto; no lugar do uniforme da Seleção, um pijama; em vez do gramado, sua cama.
Era mais uma vez o maldito sonho que persegue o craque há 50 anos. Tem dia que ele some, dá um tempo. Mas nunca vai embora de vez. E pior: sempre faz acreditar que o jogo ainda não aconteceu, que o Brasil vai ganhar, vai ser campeão do mundo.
Aos 78 anos e bem acordado, Thomaz Soares da Silva, o Zizinho, ainda carrega a mágoa daquela derrota histórica. Ele sabe que, mesmo sendo considerado por Pelé o jogador mais completo do futebol brasileiro, será sempre lembrado por causa da final da Copa de 50.
Em entrevista ao Pelé.Net, o meio campista lamenta a tragédia, mas exime seus companheiros de qualquer culpa. Zizinho explica por que não participou de mais nenhuma Copa do Mundo depois de 50, fala da injustiça contra os jogadores daquele time e conta tudo o que aconteceu antes da partida contra os uruguaios.
Sobre o jogo em questão, ele resume tudo numa frase: "O Uruguai era melhor que o Brasil".
O senhor disse recentemente que o Uruguai venceu porque era mais time. Mas a Seleção Brasileira era apontada como favorita para aquele jogo. O que saiu errado?
Zizinho - Posso afirmar que dentro de campo nada aconteceu que não pudesse ser previsto antes do jogo. O Uruguai era realmente um grande time e conhecia muito bem nosso estilo de jogo. Os erros aconteceram durante toda a semana que antecedeu aquela partida. A concentração em São Januário vivia cheia de políticos. No dia do jogo, eu quase não consegui almoçar. Tive que parar e ouvir discurso de candidato a presidente, tive que dar milhares de autógrafos, tive que assinar pôsteres que traziam nossas fotos como campeões. Houve um otimismo exagerado de todo mundo, o que acabou com a concentração do grupo.
O senhor fica chateado por sempre ser solicitado a dar explicações sobre aquele jogo?
Zizinho - O que realmente me deixa chateado é quando alguém ofende ou culpa um dos jogadores que participaram daquele time. As pessoas só sabem cobrar, exatamente como fez o prefeito do Rio de Janeiro (Mendes de Morais, um dos responsáveis pela construção do Maracanã) antes da partida. Ele chegou a dizer que tinha nos dado o maior estádio do mundo e tínhamos que retribuir ganhando o campeonato, como se isso fosse a coisa mais fácil do mundo. Ninguém nunca nos prestou uma homenagem sequer. Até hoje não tenho nem cadeira cativa no Maracanã. Quando eu quero assistir a uma partida, eu prefiro pagar ingresso do que arriscar a ser barrado na entrada do estádio.
Depois da Copa de 50, o senhor voltou a jogar várias partidas pela Seleção Brasileira. No entanto, nunca mais disputou um Mundial. O que aconteceu em 54 e 58?
Zizinho - Voltei a jogar pelo Brasil em 1953, mas tive alguns problemas com o chefe da delegação no Sul-Americano (disputado no Peru), o escritor José Lins do Rego. Primeiro, os jogadores pediram para que eu falasse com ele porque a premiação era a metade do que pagaram no ano anterior. Depois, como eu estava machucado, ele queria que eu tomasse uma injeção para jogar a decisão. E isso eu não fazia de jeito nenhum. Podia jogar machucado, mas não tomava injeção. Quando o Brasil perdeu a taça, ele escreveu em uma coluna na revista "O Cruzeiro" dizendo que nós, jogadores, éramos mercenários e pusilânimes. Eu tinha uma coluna semanal no jornal "Diário da Noite" e respondi dizendo que sabia muita coisa dos bastidores da seleção.
O que, por exemplo?
Zizinho - Nem vale a pena falar sobre isso agora. Já faz muito tempo e não vem ao caso. Mas por tudo isso eu acho que fui boicotado pelo José Lins do Rego em 1954. Ele tinha muita influência.
Mas em 1958 você chegou a ser convocado.
Zizinho - Fui convocado apenas quatro dias antes do embarque para a Europa. Não podia aceitar. Não sou moleque. Não era justo com os jogadores que já estavam treinando. O Carlos Nascimento, diretor do São Paulo, avisou ao Feola (técnico do Brasil na Copa da Suécia) que não adiantava nem me chamar porque eu não aceitaria. O Feola ameaçou dizendo que eu poderia ser punido. Mas, se isso acontecesse mesmo, eu pegava meu boné e largava o futebol. Só fiquei triste porque não realizei meu sonho de jogar ao lado do Pelé.
E era um sonho também do Pelé, que já disse várias vezes que o senhor foi o maior jogador que ele viu atuar.
Zizinho - Ele que acha isso. Eu mando um cheque todo mês para ele, como agradecimento... Eu adoro o "Negão". Dias atrás, o Didi (ex-jogador da seleção) falou alguma coisa parecida. Eu liguei e disse para ele parar de falar essas coisas, porque eu não ia ficar mandando cheque para ele também. Sou aposentado, né? |
| Zizinho ajudou o Fla a se tornar popular |
| 08/02/2002 |
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| RIO DE JANEIRO - Thomaz Soares da Silva, um garoto de Niterói filho de um dono de clube de futebol de São Gonçalo, não era rubro-negro quando pensou em jogar futebol. Torcia para o América, mas ninguém na rua Campos Sales se interessou por seu futebol. Diziam que já havia muitos alas-direitas na equipe e, além disso, acharam que Zizinho era muito baixo e tinha as pernas grossas demais.
Assim, Zizinho foi procurar uma oportunidade no Flamengo. Chegou à Gávea em 1939 e, logo de cara, foi atirado às feras. No primeiro treino, o então técnico Flávio Costa chamou o "garoto de Niterói" de 18 anos que pleiteava uma chance e o mandou entrar no time titular no lugar de Leônidas da Silva, ninguém menos que o Diamante Negro, o maior ídolo do futebol de sua época.
Apesar da pressão, Zizinho foi bem e acabou conquistando uma vaga no elenco. A estréia no time titular aconteceu num amistoso contra o Independiente, em Buenos Aires. Zizinho tinha 19 anos e o Flamengo perdeu por 4 x 3.
Ao lado de Leônidas, Fausto e Domingos da Guia, Zizinho formava um grupo de elite de jogadores negros que contribuíram enormemente para popularizar o Flamengo, um clube de origem aristocrática que, na década de 40, ainda inspirava a lembrança de nomes da fina flor da sociedade carioca e de origem européia que atuaram no team no início do século XX.
O primeiro título de Zizinho com a camisa rubro-negra só veio em 1942, no Campeonato Carioca. Mas, chegou em grande estilo, já que se iniciava ali o primeiro tricampeonato estadual do Flamengo. Ao lado de Briá, Jaime, Valido e Briá, Zizinho foi considerado um dos heróis do tricampeonato de 1942/43/44.
Superado apenas por Pelé como um dos jogadores mais completos do país, Zizinho encantava a todos que o viam. Tanto que houve quem o comparasse a Leonardo da Vinci, autor da célebre Mona Lisa. Não demorou muito e sua arte foi parar na Seleção Brasileira.
Foi o maestro da Copa de 50 e, se não teve a alegria de ter sido campeão, pôde se contentar com o título de melhor jogador da Copa. "Não conseguia dormir. Tinha a impressão que era um pesadelo, que aquilo não tinha ocorrido", comentou uma vez o craque sobre a fatídica derrota para o Uruguai na final daquele Mundial.
Em 54, apesar de toda o país clamar pela convocação de Zizinho, o técnico Zezé Moreira fez ouvidos de mouco e, ao estilo Felipão, não levou o craque. O próprio Zizinho falou que foi boicotado pelo escritor José Lins do Rego, que foi chefe da delegação brasileira no Sul-Americano do Peru, em 53. Na Suíça, a Seleção acabou em quinto lugar, tendo sido derrotado pela Hungria de Puskas.
Mas, a maior tristeza de Zizinho, segundo ele próprio, foi não ter jogado a Copa de 58 ao lado de Pelé. O Mestre Ziza chegou a ser convocado, mas a apenas quatro dias da viagem para a Suécia.
"Não podia aceitar. Não sou moleque. Não era justo com os jogadores que já estavam treinando. Só fiquei triste porque não realizei meu sonho de jogar ao lado do Pelé", lembrou Zizinho numa entrevista ao Pelé.Net, em 2000. A relação entre Pelé e Zizinho era mesmo muito especial. O próprio Rei nunca escondeu que, quando começou a jogar futebol, tentava se espelhar no Mestre Ziza. "É mentira, o Menino-Rei é que é o melhor do mundo", brincava Zizinho.
Até hoje é difícil entender o que levou o Flamengo a vender Zizinho para o Bangu, logo depois da Copa de 50. Segundo o ex-craque, foi um acordo de cavalheiros entre o presidente do clube rubro-negro, Dario Melo Pinto, e o patrono banguense Guilherme da Silveira Filho. "Houve uma negociata entre eles", acusava o Mestre, deixando no ar que houve desvio de dinheiro. "Mas assinei um bom contrato com o Bangu".
A mágoa de Zizinho com o clube que aprendeu a amar vai mais longe. O Mestre Ziza sempre afirmou que o Flamengo, onde jogou 11 anos, nunca reconhecera um dos mais importantes jogadores de sua história e reclamava das dificuldades financeiras que tinha na velhice. Mas, da mesma forma que mudou o Flamengo para sempre, Zizinho não passou incólume pela Gávea. Seu coração inicialmente rubro ganhou faixas negras depois de sua passagem pelo clube e Mestre Ziza virou Flamengo. Flamengo até morrer. |
| Zizinho, ídolo também no São Paulo |
| 08/02/2002 |
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| SÃO PAULO - Apesar de ter jogado apenas um ano no São Paulo - entre 1956 e 57 -, o atacante Zizinho, que faleceu na madrugada desta sexta-feira, aos 79 anos, em Niterói, no Rio de Janeiro, também entrou para a história do clube do Morumbi.
Conhecido também como Mestre Ziza, o jogador foi o grande comandante do time campeão paulista de 1957. Naquela oportunidade, o São Paulo estava desacreditado e o atacante, juntamente com o técnico Bella Guttman, reergueu a equipe rumo à grande conquista.
Do time campeão paulista daquele ano também participaram Poy, Di Sordi, Mauro, Riberto, Maurinho, Dino Sani, Canhoteiro e Gino Orlando.
Esse título conquistado por Zizinho também foi o último antes de um jejum chamado de "Jejum do Morumbi", onde o time só voltaria a ganhar títulos após a inauguração completa do estádio em 1970, com a conquista do Campeonato Paulista.
Zizinho, que também brilhou no Flamengo e no Bangu, disputou 60 partidas pelo São Paulo e marcou 24 gols.
Em 1999, o Mestre Ziza entrou definitivamente para a eternidade do clube. Naquela oportunidade, o São Paulo homenageou seu ídolo com uma placa. No Memorial tricolor a imagem de Zizinho está imortalizada em um painel juntamente com os grandes ídolos são-paulinos.
Sua trajetória no Morumbi também está escrita nos livros lançados pelo clube "Nossos Grandes Títulos - Nossos Maiores Ídolos" e "Pequenas Grandes Histórias do SPFC".
A última homenagem do clube será prestada pelo conselheiro José Roberto Seabra Malta, que estará no Rio de Janeiro nesta sexta-feira. O dirigente deixará no caixão do Mestre Ziza uma coroa de flores e a bandeira do São Paulo. |
Tomas Soares da Silva é o verdadeiro nome de Zizinho. Nasceu no dia 14 de setembro de 1922 em Niterói no Rio de Janeiro. Disputou apenas quatro jogos na Copa do Mundo de 1950.
Jogou no Flamengo (1939 a 1950). Bangu (1950 a 1956. São Paulo (1957) e Audax do Chile (1958).
Títulos conquistados:
Campeão carioca pelo Flamengo – 1939. 1942.1943.1944.
Vice campeão pelo Bangu – 1951.
Vice campeão mundial em 1950.
Campeão paulista – 1957.
Campeão brasileiro pela seleção carioca.
Campeão sul-americano pela seleção brasileira.
Zizinho marcou 145 gols na sua carreira.
31 desses gols foram marcados pela seleção brasileira.
Por seu estilo clássico, por sua habilidade e precisão, o Mestre Ziza, é considerado por muitos, até hoje, o jogador mais completo do futebol brasileiro em todos os tempos.
ZIZINHO
Thomas Soares da Silva, o Zizinho, um dos maiores craques do futebol brasileiro, morreu no dia 8 de fevereiro de 2001 no Rio de Janeiro.
Zizinho, o Mestre Ziza, nasceu no dia 14 de setembro de 1921 em Niterói(RJ). O habilidoso meia-direita despontou no Flamengo (de 1939 a 1950), onde conquistou o tricampeonato carioca nos anos 40. De 1951 ao início de 1957 defendeu as cores do Bangu, depois transferindo-se para o São Paulo onde foi ídolo até 1958.
Pelo Tricolor do Morumbi, Zizinho participou de 66 jogos (40 vitórias, 14 empates, 12 derrotas) e marcou 27 gols. Conseguiu o título de campeão paulista de 1957.
Já com a camisa do Flamengo, onde iniciou a carreira, o Mestre Ziza participou de 318 partidas (187 vitórias, 56 empates, 75 derrotas) e anotou 146 gols.
Em 1950, Zizinho fez parte da seleção brasileira que foi surpreendida pelo Uruguai e ficou com o vice-campeonato mundial.
Aos 35 anos, ele deixou o futebol carioca para defender o São Paulo e ajudou o Tricolor Paulista a conquistar o título do Paulistão de 1957. Ele encerrou a carreira no Audax Italiano, do Chile.
Pela seleção brasileira, Zizinho jogou 54 partidas e marcou 31 gols.
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